O Brasil é grande demais para um sistema de votação tão frágil

A festinha hacker na cobertura do homem mais poderoso do Brasil, será suficiente para que o TSE se curve ao povo, de onde todo o poder emana e em nome de quem será exercido?
Ou será necessário um levante armado com os fuzis do Bolsonaro? Ou será que o Bolsonaro, agora eleito, mudou de ideia quanto à imprestabilidade do escrutínio exclusivamente eletrônico – logo, secreto – dos votos?
Quem viver, verá.

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Como a pequeno-burguesia petista jogou os militares – e o Brasil – no colo dos EUA

O “expressonauta” O.G.M. é acadêmico de exatas que conhece o PT desde o seu nascimento. E que vem observando, desde então, as implicações políticas da tensão ideológica existente entre, de um lado, os elementos sindicais do partido – capitaneados por Lula, é claro – e, do outro, os pequeno-burgueses. A seguir, ele explica como o desequilíbrio nessa soma de vetores a partir do governo Dilma seria DETERMINANTE para o fim, de fato, do Estado nacional brasileiro (a partir de 2016).
Partindo dos comentários do antropólogo Piero Leirner sobre o posicionamento dos militares brasileiros na quadra atual, OGM faz um belo apanhado de como a moralidade pequeno-burguesa de boa parte do PT – e da esquerda brasileira em geral –, bem como a sua proximidade (inclusive pecuniária) com a China, contribuiu de forma decisiva para o estranhamento dos militares com relação ao partido. E mais: também com relação aos próprios chineses.

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Bolsonaro, terrorismo e petismo jurídico

Na entrevista da Professora Maud Chirio há prognóstico sombrio sobre a democracia brasileira, em particular sobre o que será o governo Bolsonaro.
A Professora Chirio chega a projetar que MST e MTST serão declarados, já em janeiro de 2019, organizações terroristas e que haverá interdição do PT.
O que a Professora Maud Chirio não disse, entretanto, é como Bolsonaro declarará terroristas o MST e o MTST, ou seja, quais seriam os instrumentos jurídicos que permitirão a Bolsonaro criminalizar os movimentos sociais.

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A Autocracia Genocida de Witzel

No Rio de Janeiro, o governador eleito, Wilson Witzel, solicitou uma pesquisa às tropas das polícias do Estado que apresente o número de atiradores de elite a disposição para trabalhar no que ele chamou de “abate de criminosos”. Wilson Witzel pretende autorizar a policia a assassinar pessoas nas favelas que estejam portando fuzis, sem que os policiais respondam penalmente por homicídio, mas enquadrados na legítima defesa, resgatando a proposta de segurança pública feita pelo presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, que é “metralhar a favela inteira”.

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As diferenças entre Ciro e Haddad

As diferenças entre Ciro Gomes e Fernando Haddad podem ser sintetizadas em suas opiniões sobre a criminalização da política promovida por alguns dos membros do Judiciário.
Ciro sempre condenou a criminalização da política, referindo-se à necessidade de respeito à divisão dos poderes como retorno às respectivas atribuições, como retorno às “caixinhas”.
Bem, já Haddad não se limitou a elogiar Joaquim Barbosa, mas reiterou que ele, caso eleito, seria seu conselheiro. Ora, o que tornou Joaquim Barbosa célebre foi sua atuação contra quadros dirigentes de seu partido, inaugurando a narrativa segundo a qual seria o PT “organização criminosa”.

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Um guia prático nacionalista para o momento pós-eleitoral

O momento pós-eleitoral virou uma lavanderia. A melhor forma de autocrítica é andar para a frente em direção um objetivo definido, ainda que com o retrovisor sempre disponível. Lanterna na popa, mas olho na bússola. A bússola é o projeto nacional. Autocrítica para a ação é autocrítica na ação. Mãos em atividade construtiva mais que lábios ansiosos e estressados.
Não é que o passado não conte. Conta muito. As ações passadas são o critério legitimador da ação presente. A isso se dá o nome de coerência.

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Sérgio Moro, ministro de Bolsonaro

Sérgio Moro viola os princípios mais elementares de uma democracia que se pretendeu constitucional.
No exercício do cargo de magistrado, viaja ao Rio de Janeiro para discutir sua lotação em cargo no Executivo.
Discute abertamente sua lotação como se pertencesse à iniciativa privada, sem observar nenhuma restrição por ser membro do Judiciário.
Trata-se de óbvio conflito de interesse entre a imparcialidade do Judiciário e adesão de juiz a programa de governo.

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Direito ao Ponto – A Censura instaurada no Brasil

Fechando a segunda temporada do Direito ao Ponto, Maria Eduarda Freire, denuncia a censura instaurada no país, e seus sinais mais claros advém do nosso sistema de justiça.
Maria Eduarda Freire denuncia os recentes episódios de censura perpetrados pela Justiça Eleitoral, e a perseguição aos professores e faz uma reflexão sobre o fascismo da nossa Instituição de Justiça, funcionalmente autoritária e distante dos direitos e garantias cidadãs.

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“Print-bomba”: Haddad tinha áudio incriminando Bolsonaro no Caixa 2 do WhatsApp. Cadê?

Conforme prometido na semana passada, caso Fernando Haddad e o seu staff decidissem proceder à traição – final – a Lula, ao Brasil e aos seus pobres, o Duplo Expresso não silenciaria. Como vimos dizendo desde o dia 19 de outubro, tanto a Folha de S. Paulo como a campanha de Fernando Haddad tinham em sua posse o batom na cueca de Bolsonaro. Ou seja, o áudio em que o (suposto) “Presidente-eleito” pede, de viva voz, a empresários que pagassem – com caixa 2 – pela contratação do envio de mensagens em massa pelo WhatsApp.
“Print-bomba”: na semana passada, exasperados, indagamos de representante da campanha de Fernando Haddad com quem mantivemos contato sobre por que não publicavam o áudio-bomba. A conversa abaixo, via WhatsApp – Ah, a ironia! –, deu-se na semana passada. Ou seja, a poucos dias da votação.

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Aberto o alistamento de nacionalistas – A chave do recomeço

A vitória de Bolsonaro é a vitória da Guerra Híbrida imposta ao Brasil e aos brasileiros. Desde o final da Guerra Fria os colapsos das democracias ocorrem não mais com as figuras dos soldados e generais, mas através de governos eleitos. O caso do Brasil é ainda mais emblemático: ao prenderem Lula sem crime, os piratas do petróleo e a banca internacional escolheram não apenas o próprio candidato (que acabou como vencedor), mas também o adversário que traiu Lula e inicia o processo de destruição do maior partido do Brasil, o PT.

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Faltam-nos instituições contramajoritárias ou da incompreensão do papel do STF

A comunidade jurídica brasileira, sobretudo a acadêmica, padece de uma ignorância incrível. Desde a promulgação da constituição de 1988 defendeu que tanto judiciário quanto ministério público tivessem “vontade política” para transformar a sociedade.
Evidentemente, ao ter vontade política o sistema de justiça abdicou de seu papel contra majoritário, agindo como se seu poder emanasse do voto.

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Acabou: Rosa Weber diplomou Bolsonaro ontem, que seguiu para festa na Paulista

O último domingo será considerado o ritual de passagem para o Regime Bolsonaro. A coletiva de imprensa das supostas “instituições”, acocoradas, com representantes do TSE, OEA, Polícia Federal, MPF, e Governo Federal – por de Raul Jungmann e do General Ecthegoyen – representou a diplomação de fato do ex-Capitão.
Nela ficou clara a tentativa de imposição de uma realidade paralela chancelada pelo “é o que afirmamos, cale a boca e ponto final”. Linha argumentativa explícita na fala firme do General Ecthegoyen de que “dia 29 teremos um presidente de todos” legítimo e isso é incontestável, “ponto final”.
Em síntese, a “coletiva sobre fake news” do TSE ontem foi, ela sim, a grande fake news! A tônica, geral, das falas foi o reenfoque do tema “fake news”. Ocultou-se o sofisticado e caro esquema empregado, clandestina e ilegalmente, em favor de Bolsonaro. E sua consequência jurídico-políticas óbvia: nulidade da “eleição” (sic).

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Direito ao Ponto – As Muitas Faces do Fascismo…

No vídeo de hoje, uma autocrítica e reflexão necessária sobre a nossa esquerda e o nosso futuro, em tempos sombrios. Maria Eduarda Freire expõe que o fascismo sempre esteve entre nós e fala sobre as muitas faces do fascismo.

Uma dessas faces é o sistema de justiça brasileiro que sob a legitimidade democrática continua a reproduzir, nas práticas, a ideologia fascista. Maria Eduarda expõe que a luta contra o fascismo jamais pode estar dissociada do sistema de justiça criminal que é a Instituição de exclusão e segregação dos grupos humanos em situação de vulnerabilidade social eleitos como “inimigos”.

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“ZapGate”: Folha – e Haddad – enterram áudio que detona Bolsonaro. Por quê?

Folha e Haddad enterraram o áudio-bomba. O batom na cueca de Bolsonaro. Assim, dão tempo para que:
(i) Judiciário, mais especificamente o TSE;
(ii) a grande mídia, em especial Globo e Folha de S. Paulo – mas também a “GloBosfera (dita) progressista”; e
(iii) as duas candidaturas que disputam o segundo turno, Bolsonaro e Haddad, chegassem à formatação final do “grande acordo nacional, com Supremo, com tudo”. Afinal, como já antecipava Jucá “os Generais garantem”.
Farsa grotesca!
– Bom voto no domingo que vem, caros patos!
Amarelos ou vermelhos, fica a gosto do freguês.

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“Day After” – Lamber as feridas e reconstruir a esquerda

Para mudarmos o cenário pós-eleitoral, o famoso Day After, devemos recomeçar (zerar) a esquerda. Eliminando da nossa lista os infiltrados, dando prioridade aos assuntos que verdadeiramente importam e com a consciência de que faremos isso para os nossos filhos e netos, pois o Brasil das próximas décadas está condenado a ser um país de quinta categoria. À luta!

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Bomba: Dória desmente Globo e revela que médico de Bolsonaro trata câncer

Já está batido começar post repetindo nosso slogan, “Duplo Expresso – a verdade chega primeiro”, não é verdade?
Mas o que fazer quando, rotineiramente, vemos que antecipamos em semanas, quando não em meses, as cartas de que os atores do jogo político acabam por lançar mão na rodada da vez?
Mais: Luiz Moreira e o pedido de anulação da eleição (fraudada!)

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Haddad e Joaquim Barbosa: visita da saúde? Ou a volta do Ceifador?, por Luiz Moreira

A transformação de Joaquim Barbosa de algoz do PT a responsável pela política jurídica de eventual governo Haddad é verdadeira alquimia, que merece profunda reflexão, pois se sua atuação interditou quadros históricos do PT e possibilitou criminalizar a política, parece inquestionável que trouxe benefícios vários a outras figuras.
Ainda voltarei a essa questão, mas após o segundo turno.

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Proposta política, marketing eleitoral e o Brasil pós-eleitoral

Páginas na internet que se apresentam como “de esquerda” estão perdidas. Não sabem como tratar de um “Haddad Tucano” e um “Bolsonaro Comunista”. Esquecem que numa eleição fake a lógica é não ter lógica. Falam da “importância de derrotar o fascismo”, mas batem firme em Ciro Gomes que, segundo todas as pesquisas, seria uma garantia de vitória contra Bolsonaro. Isso apenas mostra que a luta de muitos é pelas “oportunidades de uma eventual vitória”.

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Duplo Expresso na Escandinávia

Duplo Expresso nos Países Nórdicos: O Economista e Professor de Economia, Ladislau Dowbor, a nossa comentarista de assuntos jurídicos Maria Eduarda Freire e o convidado Edgard Antunes Dias Batista ampliaram o nosso alcance e a manutenção do compromisso de apresentar uma realidade diferente daquela enviada pelas agências de notícias.

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Por que Haddad não defende Lula?

A candidatura de Fernando Haddad à presidência da República não deixou claro para a população brasileira que o ex-presidente Lula é um preso político. Ao contrário, Haddad, ao longo do processo eleitoral, faz questão de esconder e minimizar o fato do ex-presidente Lula ser vítima da mais cruel e covarde perseguição política que o impediu de exercer a sua candidatura. Haddad em diversas declarações afirmou que “o problema de Lula não é político, mas jurídico” e que “não existe conspiração contra Lula, mas erro jurídico”, essas afirmações levam ao entendimento de que o processo de Lula e a sua condenação são legítimas, quando não são.

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Os Camaleões Estão no Poder

Nenhuma pesquisa social é necessária para que saibamos serem os pobres a maioria da sociedade. Podemos ter pobres com melhores condições de vida (países nórdicos no século XXI) e outros sem qualquer meio de subsistência, dependentes da vontade de outras pessoas, mas, qualquer limite que se estabeleça, a parte inferior da quantificação será algumas vezes maior do que a superior.
Para manutenção desta situação, os poderes, não os governos que são uma espécie de gerentes, empregados do dono, promovem toda sorte de ilusões, crenças, fantasias, mistificações para que a minoria mantenha sua situação poderosa e confortável distante daquela maioria.

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Direito ao Ponto – “Lawfare”

No vídeo, Maria Eduarda Freire, denuncia o Lawfare contra a Democracia brasileira, através do uso de instrumentos jurídicos para fins de perseguição política.
O fenômeno tem se alastrado na América Latina como forma de derrubar os governos de esquerda e viabilizar intervenções imperialistas. O Lawfare combina ações aparentemente legais com uma ampla cobertura midiática como forma de dar sustentação a acusações sem provas.

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Segundo turno: traidor tem redenção? Pode des-trair? Ou só dis-trair?

Antecedente – o trágico 7 de abril em que, contando com indispensável traição, o Golpe nos tirou Lula: “TODO TRAIDOR UM DIA SERÁ TRAÍDO” – TABACO. Ou melhor, do ator Osmar Prado para Lula, em bate-bola nada espontâneo.
Traidor tem redenção? Pode des-trair? Ou só dis-trair? – o resumo do massacre “eleitoral” (sic). E de nossas perspectivas no segundo turno.
Mais: o papel do whatsapp nesta nossa guerra híbrida.
E o fim: se Haddad casar com Globo/ “Mercado”, Bolsonaro abocanha Nordeste (e as periferias das áreas metropolitanas do Centro-Sul).

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A Reconstrução da Esquerda: O Único Caminho

Ao abandonar Lula para salvar o STF do vexame na ONU, o PT Jurídico (Apud Luiz Moreira) corroeu por dentro o pouco que restava da esquerda no Brasil.
A luta para refazer a esquerda será muito dura! O primeiro passo será dar oportunidade aos novos nomes. É preciso renovar os quadros e modernizar o discurso, alinhando-o com a prática.
Afastar aqueles que foram e são coniventes com os superpoderes da justiça e que contribuíram para a perda da soberania popular.

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Coiso x Coisa? O debate é sobre Pré-sal, Eletrobrás, CLT, 13° Salário, Aposentadoria, Democracia…

O novo desvio de foco é a (não)“entrevista de Lula” que os atores com toga do STF fingem ter travado. Um finge que é bonzinho e outros são os demônios. Fica cada vez mais claro que Lula queria falar o que realmente pensa e barraram as entrevistas. Por isso, a IstoÉ (via Record) inventou uma jabuticaba jornalística, onde Lula é pintado como alguém que “comanda a campanha de dentro do presídio”.

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A barganha do PT com a Finança e os EUA: foi-se o projeto nacional?

A seguir, republicamos texto seminal que saiu aqui no Duplo Expresso em fevereiro deste ano, sob o título “Golpe do Judiciário e invasão americana: por que o PT não dá nome aos bois?”. Sete meses depois nos ajuda a compreender melhor a barganha que o “PT jurídico” e seu expoente Fernando Haddad tentam fechar com a Finança transnacional e o Deep State americano, abdicando definitivamente de um projeto nacional para o Brasil. Projeto ao qual, como se vê, o Partido dos Trabalhadores, dadas as suas contradições ideológicas internas, nunca chegou a ser aferrado. O texto foi elaborado por observador privilegiado, e qualificado, da política nacional. Um economista desenvolvimentista sênior que trabalhou no Governo Lula. Mesmo que se discorde das teses que apresenta, são um excelente ponto de partida para o “que fazer?” de 2018 – e, principalmente, além.
No fim, as (sempre) sábias palavras do Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, na sua participação semanal no Programa Duplo Expresso.
Mene mene tekel upharsim: estava escrito na parede. E teve profeta que avisou.

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Exclusivo: Lula recusa encarnar cabo eleitoral “fake” e Golpe salva “PT Jurídico” calando ex-Presidente

Lula não vê como provável, no contexto do Golpe, a hipótese de Haddad vencer a “eleição”. Acreditaria, ao contrário, que o afunilamento na “reta final” da campanha haverá de revelar que Haddad teria sido usado – assim como Bolsonaro – como um cavalo paraguaio. Ambos seriam em realidade instrumentos, deliberadamente ou não, da mais escancarada fraude eleitoral da História: a “vitória” do – sem voto – Geraldo Alckmin.
Ao longo do dia de ontem passou a haver a desconfiança de que, nas entrevistas que fora autorizado a conceder, Lula não interpretaria o papel que esperavam dele: o de cabo eleitoral. Mais do que isso, o de um cabo eleitoral crédulo, estilo Poliana, apto a contribuir para o esforço – notem: “suprapartidário”! – de normalização destas “eleições 2018” (sic). O “PT jurídico” e o Golpe (i.e., a sua face mais ostensiva) passaram a temer que, ao contrário, transparecesse a ideia de que Lula não acredita em uma disputa honesta, em que o PT pudesse, de fato, sair vitorioso.
Uma entrevista de Lula com tal conteúdo – a poucos dias do pleito – seria nitroglicerina pura.
O esforço para apagar tal incêndio potencial foi, uma vez mais, “suprapartidário”. Com uma mão o “PT jurídico” deu – através do “bom policial” Ricardo Lewandowski. E, com a outra, o Golpe (i.e., a sua face mais ostensiva) tirou – com o “mau policial” Luis Fux. No final, na foto saíram bem tanto o “mocinho” como o “bandido”: de novo!

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#EuNão: manifesto contra o fascimo-chic que deu certo

Quando um movimento político se diz apartidário já é uma construção ideológica. A quem serve o movimento #elenão? O “ele” é uma fulanização que pode ser apontada a qualquer um. Dessa forma, pode ser instrumentalizado por qualquer interesse em disputa que “não” quer perder. Quem ganha com o movimento #elenão? A Rede Globo, o Mercado, e a Direita Fascista.
“PT JURÍDICO”: O FASCIMO-CHIC QUE DEU CERTO: Não é “nós” contra “ele”, mas muito de “nós”, “nele”. O terreno do fascismo já está pavimentado, o “coiso” não precisará fazer nada para que essas “coisas” continuem acontecendo. Deve ser por isso que estarão “todos” juntos, de mãos dadas, “contra” “ele”. NÃO CONTEM COMIGO. #EUNÃO

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Confirmado: caminhamos para maior fraude eleitoral de todos os tempos

Possibilidade de cenário com “empate quádruplo” – ou próximo disso, replicando primeiro turno da eleição francesa de 2017. Assim, não seriam originais em nada na operação “Macron Brasil 2018”. Nesse caso, restaria à Finança/ Globo/ Juristocracia, o triunvirato não eleito que substituiu a soberania popular, escolher qual segundo turno prefere: Haddad vs. Bolsonaro; Alckmin vs. Bolsonaro; Haddad vs. Alckmin. E o vencedor, obviamente. Em leilão reverso: quem dá mais… à Finança. Ou melhor, quem for capaz de criar as condições, no arranjo político de 2019, para que Finança extraia mais. Quem? Alckmin ou Haddad?

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“Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe

Índice:
(I). “Civilização contra a barbárie”: a versão 13.0 do Golpe
(II). Desfechos possíveis para o “Golpe 13.0”
(III). Como a “Mensagem ao Partido”/ “PT Jurídico” tomou a sigla de Lula; e o que isso prenuncia de um governo Haddad
(IV). Como evitar o golpe militar já depois do Carnaval
(V). Resumo audiovisual

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