STF: quem é quem na derrota que Gleisi – e Lula – impuseram à Lava Jato

Gleisi foi absolvida da acusação de caixa 2 eleitoral pelo placar, apertado, de 3×2. Um voto apenas de diferença. Acreditem: de Gilmar Mendes!
Na semana passada, quando as perspectivas eram desfavoráveis, silêncio eloquente gritava. No site do PT, depois de (longas) 12h, apenas o discurso de Roberto Requião em defesa de Gleisi. Mais “inusitado” ainda, repercutido – em vez de por políticos da sigla – apenas pelo Ministro Marco Aurélio Mello.
Onde? No Plenário do STF. Em plena sessão. Claramente visando a persuadir seus pares a não subirem mais um degrau na escalada do arbítrio. Medida extrema tomada, obviamente, por necessidade.
Dessa forma, o Duplo Expresso celebra esta importante vitória de Gleisi – e de Lula – na certeza de que, em vez de arrefecer seus ânimos, em verdade fortalecerá ainda mais a determinação de ambos de lutar para derrotar o Golpe. Já em 2018. Porque o Brasil tem pressa.

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Sócio da quadrilha Lava Jato arma contra Gleisi para pegar Lula

Nesta terça-feira a presidenta do PT, senadora Gleisi Hoffmann será julgada por esta farsa criminosa montada pela quadrilha de Curitiba que tomou de assalto o Brasil. Por detrás desta farsa são escondidos esquemas milionários, uma verdadeira indústria da delação premiada, já denunciada por um ministro do STF, Gilmar Mendes.

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Alerta: “Plano B” e STF tramam cassação de Gleisi amanhã

O disparo dos arsenais do Golpe vai sendo feito, sucessivamente, conforme a necessidade:
(1) Não ganharam em 2014?
Destituíram a Presidente eleita.
(2) A campanha judicial-midiática não inviabilizou Lula eleitoralmente, conforme o planejado?
Cassam-se os seus direitos políticos.
E aí chegamos ao novo degrau:
(3) Não conseguiram dobrar Lula e fazê-lo entrar “no esquema” nem com o seu encarceramento?
Certificam-se de que, abatendo todas as demais opções, não terão como não impor – ao próprio – o nome a ser indicado como “o candidato do Lula” (sic).
E é aí que entra a Senadora Gleisi Hoffmann. Por tratar-se de “decisão colegiada”, eventual condenação de Gleisi no STF amanhã cassaria os seus direitos políticos por força da Lei da Ficha Limpa. Numa tacada só (i) derrubam uma rival à “unção” – contratada – do “Plano B”; e (ii) deixam Gleisi à mercê das violências jurídicas perpetradas por Sergio Moro.
Conveniente: dessa maneira, a parcialidade do STF, que livrou Aécio e Serra, não ficaria evidenciada. “O problema é o Moro”, sabe…

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Mandarins do Serviço Público: o dia em que Confúcio, sem querer, inventou Moro e Dallagnol

Como na China imperial, aqueles oriundos dos extratos sociais privilegiados obviamente têm acesso à melhor educação desde a pré-escola aos cursos universitários. E podem, terminada a graduação nas melhores instituições de ensino, passar anos sem trabalhar. Ora, os concursos para a Magistratura ou para o Ministério Público Federal significam, em média, três a quatro anos de investimento e esforço, pagando cursos e livros e viajando pelo Brasil, em busca dos editais abertos.
Fator extra de empoderamento: o Golpe de 2016. Hoje, como em qualquer Estado fascista, o Direito é o que os golpistas dizem que é o Direito. E, nesse curioso golpe, que não foi perfilhado e que foi incapaz de produzir líderes, eles, os novos mandarins, deixaram os bastidores e ocuparam o vácuo deixado. É uma República juristocrática de Mandarins.

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Regime mira em Gleisi para acertar Lula. Restou o grito!

O STF comanda um judiciário viciado em praticar crimes. A completa parcialidade e o apreço pelo papel de sabujo do mercado financeiro desmoralizam a cada dia esta ditadura da toga que já não se envergonha de assim ser identificada. Não foi suficiente o arbítrio de prender Lula sem crime, agora querem calar quem foi eleita por Lula para ser a sua voz fora do Guantánamo de Curitiba: Gleisi Hoffmann.

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Requião denuncia “politização das denúncias do Ministério Público contra Gleisi”

Não há moralidade em um sistema judiciário que faz da licença hermenêutica a lei, que acusa, processa e condena segundo a visão de mundo dos juízes, segundo simpatias ou antipatias, segundo o direito e os interesses de outros países a que se vincularam e prestam vassalagem.

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Vodu judicial e “meta-cidadania”: urge fazer greve e manifestação pelo direito de fazer… greve e manifestação!

Mais uma vez estamos diante dos mesmos (aprendizes de) feiticeiros vestidos de preto (togas), com sortilégios pronunciados em uma língua morta (latim) e seus “assustadores” bonecos de vodu (decisões judiciais ilegais).
Os alvos da vez: caminhoneiros, petroleiros e o PT/ CUT. Se esses últimos derem fé (FÉ!) ao “poder” (?) dos bruxos nesta rodada (2018), terão suas espinhas dorsais quebradas. E, assim, não poderão sequer voltar para novas disputas.
Perguntem aos mineiros do norte da Inglaterra – onde o desemprego PERPÉTUO passa de pai para filho já há 3 gerações! – o que foi que Margareth Thatcher fez com eles.
Que poder – real – tem um Ministro do STF para impor uma multa de mais de meio bilhão a transportadores grevistas? Se eles pararem novamente, vai ele fazer hora extra como motoboy e entregar combustível e víveres Brasil afora?
Na ausência de Lei, que é certa, apenas a FÉ (má-fé?) “pode” (?) conferir tal “poder” – manifestamente arbitrário – a “juizecos”.
Novamente: é vodu judicial!

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