O futuro sem dor

O projeto musical do Duplo Expresso segue com mais uma composição de Wellington Calasans musicada por Leonardo Lobo. A maneira inconsequente como os conteúdos produzidos pela Rede Globo têm sido compartilhados por tantas pessoas, inclusive aquelas que são simpáticas ao campo progressista da política, motivou esta reflexão. Desta vez um pop/rock com elementos árabes e também nordestinos fazem a base dos arranjos musicais. Aumente o volume e compartilhe.

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Vamos cantar para “espantar os males” da política

Você está preparado pra receber tudo calado?
Este é o preço: “Quem não ouve conselho, ouve: coitado”
É o que resta pela sua omissão
Fingiu lutar, mas agiu como um perfeito alienado
Agora é jurar amor pela pátria que resta
Como se estivesse num presídio, vida dura de condenado
Vai ter liberdade de assistir Faustão
E ainda dizer que está “antenado”

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Uma visão cirúrgica sobre Haddad

Leonardo Lobo levanta mais um interessante debate no seu quadro “Até um cego vê!”. Neste vídeo o apresentador faz uma análise sobre a presença de Haddad como o vice de Lula, mas que é visível a tentativa de se firmar na “titularidade” da chapa.

Lobo, com olhos bem abertos e visão cirúrgica, denuncia a situação de Lula: um preso político. Além disso, destaca a total diferença entre Haddad e Lula neste forçado objetivo de impor a candidatura do autointitulado intelectual.

Confira o vídeo e amplie o debate em torno deste importante tema.

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Até um cego vê quem é Bolsonaro

O quadro semanal “Até um cego vê!”, apresentado por Leonardo Lobo, reafirma o que temos dito sobre na nossa página sobre o programa Roda Viva e também sobre o comportamento de certos setores da esquerda.
Primeiro que o Roda Viva tem audiência ínfima e ganha mais repercussão por conta dos comentários dos “especialistas em tudo” nas redes sociais. Segundo porque algumas alas da esquerda ocupa muito o tempo com o entretenimento da direita. Comentar Bolsonaro, por exemplo, pode ser um desses elementos de dispersão.

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Até um cego vê! #5 – Padre Antônio Vieira pensava à frente do seu tempo ou fomos nós que voltamos ao passado?

No quadro “Até um cego vê!” desta semana, Leonardo Lobo recita este poema com a propriedade de quem tem “lugar de fala”. É um alerta aos governantes, sobretudo no atual Regime Temer que, assim como na escola barroca, é caracterizado pelo contraste. No caso do Brasil, as visíveis diferenças entre os privilégios dos muito ricos e o abandono dos pobres.

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Até um cego vê! #4 – Temer persegue as pessoas com deficiência

O atual regime em curso no Brasil, através do Ministério da Educação (MEC), agora diz que vai alterar a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI). O que isso significa? Que será exatamente a perspectiva inclusiva a ser excluída.
Com lugar de fala, Leonardo Lobo mostra que “até um cego vê” que esta é mais uma ação antidemocrática. É mais um golpe contra os brasileiros, desta vez contra aqueles que mais precisam de apoio do Estado.

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Até um cego vê! #3 – Futebol, Globo e o povo

O comentário de Leonardo Lobo, no espaço “Até um cego vê!” desta semana, converge para a linha de denúncia de como o futebol tem sido usado para a alienação dos brasileiros e como o crime está organizado para transformar este elemento da cultura nacional em uma fonte de dinheiro ilícito.
Lobo é otimista e ousa afirmar que o brasileiro acordou. Será?
Confira o vídeo.

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Até um cego vê! Leonardo Lobo sabe que o povo está acordado

Para Leonardo Lobo, as manifestações de 2013 foram motivadas por interesses alheios aos do Brasil e dos brasileiros e a classe média, pensando ser rica, foi usada como isca. Além disso, as recentes manifestações dos caminhoneiros e petroleiros foram um sinal de que o povo acordou e que a reprovação ao neoliberalismo, imposto a partir do golpe, tende a ser crescente.

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O que “até um cego vê” no Brasil da hipocrisia que “funciona normalmente”

Criar limonada do limão, fazer espinhos florescerem… Não é para qualquer um. Quem poderia falar um pouco disso é mais novo comentarista do Duplo Expresso, Leonardo Lobo. Notem bem: foi ele próprio, que não enxerga, quem escolheu para nome do seu comentário semanal (coisas que) “até um cego vê”.
Sim, um “cego”. E não um “deficiente visual”. Ou, mais eufemisticamente ainda (para quem?), uma “pessoa portadora de necessidades especiais”. Demorou, mas finalmente saímos do excesso do politicamente correto discursivo dos anos 1980 e 90 que, com tais floreios, preocupava-se mais em não ferir suscetibilidades das pessoas “normais” (sic) do que propriamente a daqueles que tal excesso visava a “descrever” (mas não tanto assim que chocasse, não é mesmo?).

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