Até um cego vê! #4 – Temer persegue as pessoas com deficiência

O atual regime em curso no Brasil, através do Ministério da Educação (MEC), agora diz que vai alterar a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (PNEEPEI). O que isso significa? Que será exatamente a perspectiva inclusiva a ser excluída.
Com lugar de fala, Leonardo Lobo mostra que “até um cego vê” que esta é mais uma ação antidemocrática. É mais um golpe contra os brasileiros, desta vez contra aqueles que mais precisam de apoio do Estado.

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Até um cego vê! #3 – Futebol, Globo e o povo

O comentário de Leonardo Lobo, no espaço “Até um cego vê!” desta semana, converge para a linha de denúncia de como o futebol tem sido usado para a alienação dos brasileiros e como o crime está organizado para transformar este elemento da cultura nacional em uma fonte de dinheiro ilícito.
Lobo é otimista e ousa afirmar que o brasileiro acordou. Será?
Confira o vídeo.

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Até um cego vê! Leonardo Lobo sabe que o povo está acordado

Para Leonardo Lobo, as manifestações de 2013 foram motivadas por interesses alheios aos do Brasil e dos brasileiros e a classe média, pensando ser rica, foi usada como isca. Além disso, as recentes manifestações dos caminhoneiros e petroleiros foram um sinal de que o povo acordou e que a reprovação ao neoliberalismo, imposto a partir do golpe, tende a ser crescente.

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O que “até um cego vê” no Brasil da hipocrisia que “funciona normalmente”

Criar limonada do limão, fazer espinhos florescerem… Não é para qualquer um. Quem poderia falar um pouco disso é mais novo comentarista do Duplo Expresso, Leonardo Lobo. Notem bem: foi ele próprio, que não enxerga, quem escolheu para nome do seu comentário semanal (coisas que) “até um cego vê”.
Sim, um “cego”. E não um “deficiente visual”. Ou, mais eufemisticamente ainda (para quem?), uma “pessoa portadora de necessidades especiais”. Demorou, mas finalmente saímos do excesso do politicamente correto discursivo dos anos 1980 e 90 que, com tais floreios, preocupava-se mais em não ferir suscetibilidades das pessoas “normais” (sic) do que propriamente a daqueles que tal excesso visava a “descrever” (mas não tanto assim que chocasse, não é mesmo?).

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