Que bom! Sou um idiota!

Pedro Augusto Pinho explica como a “banca” faz uso de sua expertise para que todos nós, de forma voluntária e engajada, trabalhemos como verdadeiros militantes para que ela amplie a concentração de renda no mundo. Replicamos a vontade dela e ampliamos seu poder de convencimento cada vez que a alimentamos com nossos metadados. Para isso, a banca precisa apenas daquele instrumento de dominação que carregamos no bolso: o nosso próprio celular…

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Desnacionalizada! – como a Vale (ex-CVRD) se tornou uma empresa estrangeira

O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima apresenta sua visão sobre o processo de desnacionalização da Companhia Vale do Rio Doce. O “discurso oficial” justifica a migração das ações da empresa para o Novo Mercado (Brasil, Bolsa, Balcão) como a adoção de um conjunto de regras societárias, e de governança, além da divulgação de políticas e existência de mecanismos de transparência, fiscalização e controle. Na verdade, o que está em jogo é a perda do poder de veto do Estado brasileiro sobre ela, bem como transformá-la – convenientemente – em uma sociedade sem controle definido. Será que isso interessaria aos brasileiros?

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Decodificando o hipersônico Putin num dia de remembrança

No 100º aniversário do Armistício da Primeira Grande Guerra, em Paris, Putin e Trump ocupam o centro do palco, esvaziando o anúncio do anfirtrião, François Macron, da eventual criação de um exército europeu autônomo e fora da estrutura da OTAN. Putin vê a medida com bons olhos, pois fortalece um mundo multipolar.
Putin parece ter deixado claro para Trump que, com o advento do Avangard, o veículo planador hipersônico, a Rússia passa a contar com um armamento que a livra de pressões por parte de Washington.
Além disso, Rússia e China não permitirão nenhum avanço por parte dos EUA no sentido de estrangular economicamente o Irã, país fundamental para a integração eurasiana. Qualquer medida mais temerária por parte de Trump contra o Irã poderá levar a um conflito mundial de consequências catastróficas.

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A Mudança

Em 2016, com o processo de impeachment, parecia que a tampa do esgoto político-institucional brasileiro fora aberto e que, “de uma vez por todas”, iniciaríamos um movimento de purgação e melhoria de nossos quadros. De forma forçada, é claro, pois não seria através da vontade popular direta. Ledo engano (nosso); larga estratégia (deles). Vejamos como será o comportamento desta nau que nos leva ali adiante, se passarmos da rebentação…

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O Comunismo chegou ao Brasil

Nas palavras do autor: “Este artigo é dirigido para os expressonautas. Expande a notável palestra de terça-feira, 13/11, deste genial Felipe Quintas, para a conformação da banca – a dona do Brasil.” O que se coloca na mesa é a discussão das velhas ordens internacionais travestidas como algo novo neste momento, com o incremento de que agora o que chega no Brasil de Bolsonaro é o sistema financeiro transnacional, um apátrida patrimonialista que chega dizendo “…dane-se o Estado Nacional!”

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Preparem-se para o Gaza-samba

A partir da provocação feita pelo The saker, enviada em forma de trovão da matéria da Russian Today que mostrava ao mundo uma dupla de brasileiros fuleiros fazendo pose de sionistas, Pepe Escobar chafurda no pântano tropical e comenta com seu olhar acurado o que representa este desejo de alinhamento sionista-cristão.

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2018: “A Coalizão do Caos” | A fala de Felipe Quintas

A transcricão da fala de Felipe Quintas apresenta como os financistas, as forças armadas (FFAA), a Lava-Jato e evangélicos (ou uma parte expressiva de todos esses), fazem parte dessa grande coalizão que, no final das contas, está levando o Brasil ao caos. As forças que estão no governo Bolsonaro já estavam no governo Temer, e estão aí na política desde o impeachment. E todos ou foram aliados de governos do PT, ou foram favorecidos pelos governos do PT – como no caso da Lava-Jato –, ou então começaram como aliados do governo do PT mas progressivamente, por uma série de razões, se descolaram e tornaram-se oposição a eles.

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SamaathayDE – Driblando a democracia

Três recortes das participações da dobradinha Sama* + João de Athayde** no Duplo Expresso épico da sexta-feira 02 de novembro de 2018, onde a dupla começou debatendo sobre o documentário “Fake America Great Again” (Driblando a democracia), mas depois seguiu discutindo as consequências do uso de metadados e nossas informações para quem deseja manipular a forma como vemos a realidade.

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Abestalipse

Um pastor grita na tv durante o horário nobre. Troca-se o canal e vê-se outro. E entende-se que o primeiro era, na verdade, um presidenciável. Os dois gritam, enquanto outros dois – um fardado e o outro engalanado – empurram os fiéis ao abismo. Todos justificam a cobrança do dízimo com um “estamos em obras” no fundo do poço. Deve ser para construir o buraco de Deus e salvar todos os ímpios que se arremessam. Que eles queiram se jogar em frenesi, tudo bem. Mas por que nós temos que ir juntos?

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O Brasil que traiu a si mesmo

Uma trova contundente contra a auto-mutilação da democracia brasileira. O desnudamento sem vergonha da vitória de entreguistas, capazes de lançar nossa nação ao jugo de um mercado que diz que a classe mérdia é algo muito maior do que aquilo que ela jamais será. Traidores de todos nós, na verdade. Outra vez, a vergonha é nossa…

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A ditadura Bolsonarista pode destruir a América do Sul

Eduardo Jorge Vior faz uma análise da conjuntura sulamericana a partir da ascensão de um governo de extrema-direita no Brasil, mostrando as perigosas implicações advindas. Do ponto de vista internacional, apresenta quatro eixos que serão abordados na eventualidade desta vitória reacionária: 1. Estreitamento de laços com Estados Unidos e Israel; 2. A “questão” venezuelana; 3. Aliança com os países vizinhos alinhados e conservadores para marginalização dos demais; 4. Consequente “desideologização” do Mercosul com privilégio de acordos bilaterais ao invés da busca por uma unidade.

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Direito ao Ponto – As Muitas Faces do Fascismo…

No vídeo de hoje, uma autocrítica e reflexão necessária sobre a nossa esquerda e o nosso futuro, em tempos sombrios. Maria Eduarda Freire expõe que o fascismo sempre esteve entre nós e fala sobre as muitas faces do fascismo.

Uma dessas faces é o sistema de justiça brasileiro que sob a legitimidade democrática continua a reproduzir, nas práticas, a ideologia fascista. Maria Eduarda expõe que a luta contra o fascismo jamais pode estar dissociada do sistema de justiça criminal que é a Instituição de exclusão e segregação dos grupos humanos em situação de vulnerabilidade social eleitos como “inimigos”.

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Bolsonaro é fascista?

A sociedade brasileira experimenta um passeio pelo inferno de Dante neste segundo turno eleitoral. Será que a corrida presidencial promoverá um bilhete premiado ao… purgatório? Ou teremos que arder por um longo período até reerguermos a democracia. Neste artigo, o economista Carlos Paiva explica quão clara é a questão política atual: um plebiscito forçado entre o “volta-não-volta-PT”. E parece que sequer o PT entendeu isso ainda.

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O fascismo é uma cadela que está sempre no cio

Não se trata de ficar chocado com o futuro que se avizinha, mas sim em entender o porque do passado vir lamber novamente nosso presente. Somente assim estaremos preparados. Na marcha da tradição, família e propriedade no século XXI não vemos mais as senhorinhas de tailleurs, terninhos ou vestidos de chita estampados e tiozões de pulover com chapéu panamá. Em 2018, o figurino de ambos os gêneros é modelo de corte único: a hipocrisia.

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Pagar o Mico

No joguinho de cartas da família, aberta as urnas, não há mais grãozinhos de feijão ou palitinhos de fósforos a serem apostados. Acabou a brincadeira! A rolha está queimada, e espera aquele que ficará com o mico na mão.
Está louca para ser impressa na testa da sua tia, na bochecha da sua mãe, na ponta do nariz do seu pai. Você permitirá isso? Dessa vez, não terão água para limpar esta mácula por pelo menos quatro anos…

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99%, UNÍ-VOS! IV – Nem a escassez, nem o excesso, mas o exato!

Há um discurso repetido dia e noite pelo 1% através de sua voz – a mídia corporativa: “O país não pode gastar além daquilo que possui; temos que pensar no orçamento da Nação como quem trata o orçamento doméstico.” Não! Aceitar isso é praticar um autericídio contra a possibilidade de diminuirmos nossas desigualdades através de um ciclo virtuoso. Precisamos conscientizar-nos que só as práticas desenvolvimentistas, com a presença de um Estado Funcional, levarão nossa Sociedade a servir-se da Economia, e não o modelo atual, onde a Economia nos faz de gato e sapato. Vamos fazer uma aposta? Devolvam-nos o BNDES/PETROBRAS/PRÉ-SAL e vejam se não seguiremos como um foguete rumo ao pleno emprego, cidadania e bem-estar social!

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99%, UNÍ-VOS! III – Os Dez Anos da Crise de 2008

Não se deixe levar pelas sucessivas mensagens veiculadas na mídia corporativa sobre a nobreza do austerícidio praticado pelo Ocidente. Isso serve apenas para que nós – os 99% – continuemos a engordar aquele 1% sob um discurso de que o baixo crescimento é parte de um “novo normal  secular” depois de passados dez anos da crise global de 2008. Nada disso! Vamos romper essas ideias olhando o formato de desenvolvimento impulsionado e conduzido pela mão estatal no Oriente, e como isso tem produzido resultados muito mais relevantes do que aqueles observados nos meridianos de cá da esfera terrestre.

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Banquete de Horrores

Você que ainda assiste boquiaberto as farpas entre os membros da banca togada suprema do país, poupe espanto e saliva. Eles estão apenas fazendo jogo de cena. “Hoje você diz A para que eu diga B, e amanhã fazemos o contrário”, sempre sob o verniz da Lei. Pense assim: assistimos a sucessivos blefes que não passam de um mero “…me passe o sal, por gentileza” enquanto mordem nossa carótida.

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Pássaro Barroso

Nos salões da justiciaria nacional há uma fauna complexa desfilando incólume entre holofotes, refletores, câmeras e microfones. Nela, há uma ave narcísica e berbigada muito espaçosa. Sozinha, ela ocupa uma área equivalente de quase três milhões e meio de eleitores. Você sabe quem é. Todos sabem quem é. Mas ninguém faz nada por medo do maior de todos os crimes inafiançáveis: o da interpretação subjetiva da Constituição Federal.

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Sobre a Pesquisa Globo/IBOPE

Breves apontamentos sobre o que se está dizendo e o que deveríamos questionar dentro do processo eleitoral. Será que a esquerda continuará abanando o rabinho cada vez que a Globo acenar com um osso, ou será que continurá com ele entre as pernas por medo que seja varrida do cenário político? Aliás, talvez fosse melhor escrever: cenário “eleitoral”…

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99%, UNÍ-VOS! II – O setor financeiro quer os recursos da Previdência (Parte III de III)

Este é o encerramento da série “99%, UNÍ-VOS II”. os autores questionam a tese vendida pelo Mercado que somente o investimento em fundos de capitalização privados garantirão o sucesso da previdência… pública. Será que o sistema financeiro não quer apenas mais uma polpuda fatia dos recursos públicos para transformar os direitos garantidos em (qui)mera expectativas de direito? Leia e permaneça atento ao cardápio que os candidatos estão oferecendo nestas eleições presidenciais, porque ou viveremos sob o domínio do medo imposto por um teto de gastos que atende os interesses do 1%, ou retomaremos o projeto de desenvolvimento nacional para levar ao poder os 99%. Escolha!

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Direito ao Ponto – “Pautas Identitárias e Sistema Penal: Um Paradoxo”

Maria Eduarda Freire aborda neste vídeo um paradoxo imposto através de uma tática de guerra muito antiga. A do “dividir para conquistar”. Quem nos divide? O que nos governa? De qual forma o sistema penal vigente proporciona e estimula isso?
Há uma grande contradição quando somos estimulados em defender pautas identitárias: a propalada antidiscriminação/inclusão que se pretende esbarra-se na armadilha fomentada pela desigualdade do sistema capitalista. É esta armadilha que nos força a ver as árvores uma a uma, ao invés de termos a real dimensão da (força da) floresta.
Falar SOBRE algo ou alguém, não significa falar EM NOME de algo ou alguém. Quando pensamos e agimos como seres políticos, temos que levar nossas experiências individuais para uma reflexão coletiva e plural. Ou seja, a busca pela empatia, pela posição do outro, será aquela capaz de romper as barreiras que estabelecem os rótulos em nossa sociedade. Será assim que oderemos romper com a trágicadivisão que nos é imposta: a de sermos cada um A, B, C, …, Z antes de sermos todos… humanos!

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La Jetée a Rio…

Em tempos de bilhetes (e “biletes”) para lá e para cá, na maravilhosa ciranda encantada das eleições vermelhas, segue uma micro-crõnica-sci-fi de autoria do ativista Sama. Ela trata de uma carta escrita no passado que poderia ser escrita hoje. Ou que foi escrita hoje para ser lida naquela época.

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Mais uma Observação sobre a MP 838/2018

O especialista em Minas e Energia, PhD em Engenharia na área do petróleo, Paulo César Ribeiro Lima faz mais uma breve observação sobre a Medida Provisória 838/2018. Ele toma por base uma uma nota divulgada na mídia corporativa sobre a política de subvenção dos preços do diesel no país e mostra o tamanho do saque ao bolso do dono do petróleo brasileiro: o povo!

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MP 838/2018 – Subvenção Econômica à Comercialização do Diesel

Em todo o mundo, se o preço do petróleo sobe no mercado, seu dono é beneficiado. Mas no caso do petróleo brasileiro – um bem da União, ou seja, do povo brasileiro – não é bem assim… Se o seu valor internacional aumenta, ele impacta negativamente os consumidores nacionais: o preço dos combustíveis praticados nas bombas de abastecimento sempre aumenta também. Entenda melhor a política de preços apresentada na MP 838/2018 e como ela afeta seu bolso e sua visão sobre a grande companhia nacional de energia. Mas calma, há solução! Existem alternativas de como poderíamos equacionar melhor essa questão.

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45 Anos do Golpe Militar no Chile

O 11 de setembro dos Estados Unidos foi um marco no início deste novo milênio. Mas quase três décadas antes, esta data também representou uma tragédia para o povo chileno. Ali começava talvez a mais sangrenta ditadura dentro do ciclo recente de militares no poder latino-americano. E teve como artífice, o braço operacional da inteligência estadunidense: A CIA e sua Operação Condor.

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