Poder, Governo, Informação | Parte 1 de 3

Pedro Pinho inicia uma pequena série de artigos tratando da tríade tácita entre quem ordena, quem faz e quem fornece a ilusão necessária para que isso funcione. Neste primeiro, ele trata do Poder – essa coisa abstrata que vende-se como algo que emana do povo, mas que, na verdade, apenas faz uso dele. Umas poucas famílias, agora em um enorme banquete corporativo autofágico, fazendo uso da população para ampliar sua dominação econômica. Sua arma? A dívida! Assim, o abstrato “mercado” alimenta a roleta de um cassino onde as fichas somos nós…

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Klimahouse 2019

O Klimahouse Expo é um evento de 4 dias, entre 23 e 26 de janeiro de 2019 no Messe Bozen em Bolzano, Itália – uma cidade bilíngue no coração do Sul do Tirol e da Europa Central. Trata-se de um evento voltado ao setor da remediação[1] e eficiência energética na construção, funcionando como uma plataforma para promoção de produtos e serviços com este enfoque. É uma oportunidade imperdível aos interessados nas tendências e inovações neste setor.
Esta é a principal feira italiana de construções mais sustentáveis, e a edição deste ano oferecerá um programa de informações abrangentes, incluindo dois congressos – Smart Cities e Smart Materials & Smart Buildings –, workshops e visitas guiadas a prédios energeticamente eficientes.

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A crise brasileira se aprofunda

Em sua coluna em Tiempo Argentino, Eduardo Jorge Vior apresenta uma opinião bem clara sobre os primeiros passos de Jair Bolsonaro como presidente brasileiro: apesar de acenar com um país mais moderno e liberal, conduz a população na direção do nosso primeiro período pós Império – a República Oligárquica. Esprimido entre tecnocratas ultra-liberais, pastores evangélicos pró-Israel e militares conservadores, há um conflito expresso entre o discurso que pretende e o realismo possível.

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99%, UNÍ-VOS! – “Déficit Fiscal há 35 anos”? Conta outra!

A mídia corporativa não perde tempo e já propaga a mesma lenga-lenga de sempre para fazer o joguinho de quem lhe compra o espaço (não o publicitário, mas o de conteúdo mesmo): Se não promovermos o ajuste fiscal agora, de forma gradual, ele virá logo ali na frente, como um tratamento de choque… O pensamento liberal tem sempre a justificativa perfeita para que o aperto do torniquete, ao invés de estancar o sangramento, provoque a drenagem do nosso fluxo econômico diretamente para os donos das cartas no sistema financeiro. No Brasil, desde o acordo com o FMI em 1983, a banca paga e recebe. Sempre em dobro, sempre em dia, sempre às custas dos 99%.

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A Petrobras e a Próxima Crise

Olhar a perspectiva histórica a partir de crises econômicas insufladas pela banca permitirá que se anteveja o que vem pela frente, no Brasil e no mundo. Pedro Augusto Pinho apresenta o atual momento como de ebulição controlada, onde distintas chaves serão acionadas conforme a conveniência econômica. Tomando como base as crises do petróleo ao longo da segunda metade do século XX, é demonstrada a passagem do poder econômico do sistema geopolítico para o sistema financeiro apátrida. O mesmo sistema sedento pelo Pré-sal e que força a inviabilização da Petrobras como player mundial na áea de energia. Agora, já finalizando a segunda década do século XXI, ele mostra os reflexos da última série de crises: consolidação do poder da banca e extensão da sua dominação ao mundo da comunicação, da política, do psicossocial e de diversos governos nacionais.

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O Saco de Pedras

Você nunca procurou saber onde está realmente? E por que coisas estranhas acontecem ao seu redor? Onde nós estamos? As coisas existem mesmo ou tudo não passa de uma ilusão? Seriam um simulacro de algo distante? Algo tipo o que acontece no filme “Matrix”? A história que conto aqui para vocês não é uma de ficção de terror como costumo fazer nos meus quadrinhos. Para minha alegria atual (e meu pavor em outra época), aconteceu de verdade. Tão real quanto o som que sai do teclado desse notebook. Afinal, o que é o real? Pode algo se desmaterializar ou sumir na sua frente? Alguns amigos não acreditam em Deus, espíritos, outras dimensões, mundo invisível. Problema deles! Eu não tenho motivos para duvidar.

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Íntegra da entrevista de Piero Leirner ao Le Monde Diplomatique Brasil

A série de perguntas a seguir realizou-se no âmbito de uma reportagem maior do Le Monde Diplomatique Brasil para uma matéria na edição de dezembro, que trata da já não-tão-nova-assim estratégia do “firehose of falsehood”, ou “mangueira de falsidades”. Expressão que foi consagrada para, de grosso modo, tratar desse fenômeno de campanhas eleitorais baseadas em fakes, etc. Além dos pontos próximos e distantes entre “firehosing” e “guerra híbrida”, Piero Leirner discorre sobre os modelos de comunicação de Trump e Bolsonaro, da futura institucionalização dos discursos dissonantes da cúpula bolsonarista, no uso do WhatsApp e sobre a eventual falência desse modelo caso o governo brasileiro não apresente os resultados esperados.

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O que Mao diria dos Coletes Amarelos

Slavoj Žižek acredita que o movimento francês dos Coletes Amarelos expõe um problema no coração da política de hoje. Excessiva adesão/aderência à “opinião” popular e insuficientes inovação e ideias frescas. Qualquer rápido exame do imbróglio já deixa ver claramente que fomos apanhados em múltiplas lutas sociais. A tensão entre o establishment liberal e o novo populismo, a luta da ecologia, os esforços em apoio ao feminismo e à libertação sexual, mais as batalhas religiosas e étnicas e o desejo por direitos humanos universais. Para não mencionar que tentamos resistir contra o controle digital sobre a vida de cada um. Assim sendo, como por juntas todas essas lutas, sem simploriamente privilegiar uma delas como a “verdadeira” prioridade? Porque esse equilíbrio nos dá a chave para todas as outras lutas.

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Os Três Lobinhos

Se você já debulhou o peru, empanturrou-se de sarrabulho e farofa de banana, prometeu pela enésima vez que nunca mais vai morder um pedaço de panetone com frutas cristalizadas, e ainda não conseguiu entender direito de onde saiu essa ideia de enfiar passas de uvas em tudo quanto é prato na ceia de Natal, então você está pronto! Markuns desembrulha e entrega para você um texto parodiando os lobos guerreiros da maior representação partidária do espectro… espera aí… “espectro” [na Física, este engenheiro das letras diria ser uma representação das amplitudes ou intensidades – vulgo “energia” – dos componentes ondulatórios de um sistema quando discriminadas uma das outras em função de suas respectivas frequências, mas, no caso em questão, é a imagem fantasmagórica mesmo] progressista do apocalipse zumbi brasileiro. Feliz Natal!

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Duplo Expresso Canino

Em tempos de tanto vira-latismo na política brasileira, o Duplo Expresso chegou mostrando os dentes. Wellington Cão-lasans e Romulus Chiuamaya passaram o ano inteiro de 2018 ouvindo atentamente o que se latia por aí e, principalmente, ainda muito mais atentos aquilo que não era latido… Não foi por falta de técnica, carisma e conhecimento que nossa esquerda a-destra-da deixou passar voando por cima de suas cabeças orelhudas o filé mignon para romper com o atual regime: Lulau da Silvau! Ao invés de protegê-lo em uma casinha estrangeira dentro de Brasília, como uivavam esses dois, o PTj convenceu a todos que seria mais legal enviá-lo ao canil de Kurityba. Aí, depois de uma campanha política fracassada, vamos todos lamber feridas e revezar corridas atrás dos próprios rabos e das rodas de tanques…

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99%, UNÍ-VOS! V – Onde se lê…

O texto em questão baseia-se no recente programa do Duplo Expresso em que Wellington Calasans relembra a luta dos islandeses em 2008! Apesar de ser um país relativamente pequeno e com uma população diminuta, a Islândia deu um magnânimo exemplo de consciência cidadã, mostrando a importância da luta por ideais. Por isso o esforço efetivo dos 1% em esquecê-la e apagá-la da memória mundial. Pois então, lembra-se mais uma vez que essa série “99%, UNÍ-VOS!” tem como metodologia o DESENVOLVIMENTISMO. O mesmo que está por trás do “Cinturão da Seda” que tanto tem assustado o enfraquecido “hegemon liberal”. Infelizmente, esta fera anciã ainda mantém garras afiadas e poder destrutivo…

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Nildo Ouriques fala sobre México e López Obrador

López Obrador foi eleito pelo Movimento Regeneración Nacional – Morena com uma carga avassaladora de votos. Ele assume o país postulando o essencial: “Não roubar! Não mentir! Não trair!”. Depois de suplantar duas gigantescas fraudes eleitorais, ele ascende ao poder sempre encabeçando o protesto popular. Sempre à frente, exercendo o que há de mais verdadeiro na Democracia: a capacidade de condução da vontade de uma sociedade através da criatividade, imaginação e tenacidade do seu povo. Que México será esse que apresenta um líder lastreado pela história e que afirma que o país viverá seu quarto grande ciclo transformador?

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Feliz Navidad

Encerramos nossa primeira temporada internética desejando a todos os expressonautas um feliz Natal e um próspero Ano-Novo.
Sabemos que 2018 deixou em todos um gosto amargo na boca e nas urnas… Que isso fique apenas na memória. Que todos os atos-falhos, os falsos sorrisos, as mentiras expostas, as traições consentidas (e as sem sentido) fiquem para trás. Vamos olhar o futuro com a certeza de conhecermos melhor o inimigo, os aliados reais e a nós mesmos. Enquanto isso, vamos soltar nossos mariachis mexendo as maracas, os quadris e os neurônios!

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Sama entrevista Guilherme Boulos

Sob a lente de Luísa Sequeira, Guilherme Boulos gentilmente concedeu uma entrevista a Sama no evento “Alerta Brasil: Democracia Ameaçada”, um par de conferências organizadas pelo Bloco de Esquerda. Na qualidade de líder do Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) e ex-candidato à presidência do Brasil pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), ele expôs suas ideias e apresentou a situação política – pós campanha eleitoral e pré novo ciclo dentro do atual regime – nas cidades de Lisboa e Porto (POR), neste sábado (15/dez2018).

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Requião: Enquanto respirar viverei pelo Brasil

O senador Roberto Requião fez, nesta terça-feira (11 de dezembro de 2018), no plenário, um balanço de seu mandato e assumiu o compromisso de não abandonar a política: “Enquanto respirar, viverei pelo Brasil, fiel, intransigentemente fiel à utopia que me embala desde a meninice. O sonho de um país soberano, desenvolvido e bom, para todos”.
O senador manifestou também preocupação com o envolvimento político das Forças Armadas com o próximo governo. Requião disse que não dá para entender como poderão viver sob o mesmo teto os ultraliberais entreguistas da equipe de Paulo Guedes.
O discurso de Requião foi aparteado por diversos senadores, todos cumprimentando-o pela coragem e pela qualidade de seu mandato.

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Goldman Sachs confirma: Objetivo é dilapidar a Petrobras

O economista Cláudio da Costa Oliveira apresenta, sem firulas ou subterfúgios, aquilo que o representante do imperialismo yankee há muito deseja que ocorra com a maior companhia de petróleo do hemisfério Sul do planeta: a dilapidação completa. Não bastará o roubo consentido das reservas do Pré-sal; deve-se promover o esfacelamento da empresa para que não tenhamos mais nenhum controle sobre o futuro. E não apenas da exploração, produção, refino e comercialização de nosso ouro negro, mas também de tudo que possa relacionar-se ao desenvolvimento energético nacional.

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A importância estratégica do refino para o Brasil e para a Petrobras

Imaginar o Brasil com uma política de preços de combustíveis ditada por um “mercado perfeito”, no mesmo formato de preços praticado no setor dos combustíveis dos Estados Unidos, é um atentado a nossa inteligência. Lá existe uma quantidade enorme de empresas competindo entre produção, refino, distribuição e comercialização. Sem contar que há uma outra pequena diferença entre lá e cá: nós não imprimimos dólares na Casa da Moeda… Como seria possível transportar esse “mercado perfeito” para a realidade brasileira? Se comecássemos agora, neste instante, a investir na criação e empreendedorismo de novas companhias petrolíferas locais, talvez em 100 anos estivéssemos capazes de deixar que o mercado regulasse os valores aplicados. O problema é que o petróleo não durará tanto tempo (e talvez nem o Brasil)…

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Coletes Amarelos: Terceiro Ato

Os Coletes Amarelos e o contexto político francês. Este artigo apresenta a evolução do movimento e a tradução de um debate que se desenvolve na sociedade em torno da condição social, da condição ecológica, e da situação política do governo Macron face aos protestos de outras categorias que se juntaram aos Coletes Amarelos.

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Carta de amor aos livros uma ova!

Talvez muitos já tenham imaginado o que fariam se estivessem na frente do carrasco e este lhe pedisse “clemência”, não é mesmo? Claro que comprar livros é algo fundamental na vida das pessoas. O Duplo Expresso estimula a leitura como forma de registro e assimilação das questões debatidas. E claro, para difusão do conhecimento. Agora, quando o tubarão fica com fome depois de devorar um mar inteiro de sardinhas, não dá para vestir-se de Greenpeace e fazer um abraço solidário… Essa é a situação de quem passou a vida vendendo livros e sofrendo revezes contra uma disputa injusta dos cartéis dos livros no país. Agora, os “tubarões voadores” (Arrigo Barnabé, 1984) estão desdentados graças ao pedido de recuperação judicial destas grandes redes de livrarias. Você serviria papinha a eles, ou aproveitaria o momento para rasgar-lhes os fígados?

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O que é o G20 e para que serve a reunião na Argentina?

O politólogo Eduardo Jorge Vior explica o quem-é-quem dentro do G20, e expõe o porquê da reunião deste próximo final de semana na capital portenha. Parece que o encontro do grupo de vinte países (expandido pelos convites regulares à participação de outras nações) estará restrita a uma formalidade protocolar, pois há um compasso de espera internacional sobre a queda de braço entre Trump e Jinping pelas diferenças no comércio mundial e na aceitação do tratados sobre as mudanças climáticas. Nós, como mariscos, assistiremos a tudo com grande expectativa de que algo se decida. E nossos “hermanos”, ao que tudo indica, estarão preocupados mais com o que ocorrerá nas reuniões bilaterais e na visita oficial do líder chinês, que se estenderá pela outra semana.

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Ceci Juruá – Geisel e o Fortalecimento das Empresas Nacionais no Mercado Internacional

As políticas de incentivo às nossas empresas brasileiras para que participassem do mercado internacional, são originadas no penúltimo governo militar do regime de exceção anterior – o de Ernesto Geisel (1974-1979). A partir de tão acertada política de estímulo, viu-se o surgimento de campeãs nacionais. Entre elas, talvez a mais importante seja a ODEBRECHT que, por isto, parece ter atraído a ira dos grupos entreguistas, aqueles que pregam a vassalagem dos brasileiros frente aos estadunidenses. Até quando serviremos como vassalos no feudo da economia internacional?

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Brasil 2018: Para Além do Fascismo

As candidaturas de Jair Bolsonaro e de Fernando Haddad foram apresentadas pela direção do PT como confronto geral entre a civilização e a barbárie, o fascismo e a democracia. Propôs-se a necessidade de campanha eleitoral que reunisse, sem exceções, todos os tidos como democratas, mesmo os mais conservadores, em torno da candidatura do professor. No segundo turno, os partidos de esquerda e centro-esquerda – PSOL, PDT, PSB – abraçaram essa proposta, alguns deles muito formalmente.

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Cessão Onerosa: O que é? Quanto Custa?

A geóloga da Petrobras Ana Patrícia Laier explica a “Cessão Onerosa” – um contrato entre a União e a Petrobras mediante o qual “a União cedia à Petrobras o direito de explorar e produzir até 5 bilhões de barris que encontrasse em 6 blocos definitivos e um bloco contingente”, assinado após a aprovação de uma lei no Congresso brasileiro que autorizava a celebração deste contrato.

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Experiências de Frente Ampla no mundo e no Brasil

Há muito casos em todo mundo de frente políticas, amplas ou não, que são formadas em determinados momentos da história, para combater determinados inimigos. As frentes formadas para defender a República durante a guerra civil espanhola é um exemplo, como é também o belo exemplo da resistência contra o nazismo, estabelecida nos países sob ocupação nazista durante a II Guerra Mundial (1939-1945). O objetivo deste artigo é tratar de frentes políticas, mas que se comportam como frentes eleitorais. Vou apresentar a seguir vários exemplos no mundo, falar dessas experiências. Em especial sobre a Palestina, África do Sul e Uruguai, que são os modelos que mais estudei e tenho especial carinho e admiração por todos eles. Sobre o Brasil, infelizmente, em toda a nossa história, não registro nenhum caso de frente política e eleitoral. As poucas que existiram, vou também dar registro. Ao final, vou falar da experiência recente da Frente Brasil Popular.

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O xeque de Cuba em Bolsonaro: A crise do Mais Médicos ameaça a agenda golpista

A partir do cancelamento da participação de Cuba no Programa Mais Médicos, desenvolve-se um caminho reflexivo por meio das problemáticas que levaram tanto a criação do programa, quanto ao desfecho citado. A reflexão intenta-se uma meta-análise por meio da constatação do contexto da guerra híbrida imposta ao Brasil e das suas táticas; por fim, propõe uma resistência que se liberta da condição reativa às emergências elaboradas pela agenda golpista que tem assolado os diretos sociais, políticos e civis dos brasileiros.

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Álbum Branco – 50 Anos

50 anos do ícônico Álbum Branco dos Beatles. Para quem viveu aquele ano de 1968, parecia que havia no ar uma esperança de mudança para um mundo melhor. Infelizmente, o álbum registra a “bonanza antes da tempestade”, e o mundo ocidental acirrou as diferenças sociais, ideológicas e políticas na década seguinte. A própria banda não conseguiu ingressar nos anos 70 com a mesma unidade que marcou sua trajetória nos 60, e acabou por desfazer-se. Agora, o registro lançado naquele 22/nov/1968 continua marcante.

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Manifestações de Vento

Esse texto apresenta o movimento coletes amarelos – o que reivindica e quem começou –, e discute a sua legitimidade fazendo um paralelo com as manifestações “espontâneas” e “apartidárias” que vêm pipocando nos últimos tempos no Brasil.

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Tem que ter consciência!

Partindo de uma lembrança de infância e seguindo com sua experiência ao longo da vida, Geuvar Oliveira apresenta o conceito do que seria o ideal para o “dia da Consciência Negra”: uma oportunidade de reflexão para todas as pessoas. Um dia para “botar o dedo na moleira” e pensar em um mundo mais justo. Um dia para a consciência ser mais humana e colorida. Nada desta coisa simplificada de preto no branco…

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