Luiz Moreira: “Todo o sistemas jurídico brasileiro foi montado para excluir o povo”

O programa Duplo Expresso do dia 18 de abril de 2018 recebeu como convidado o jurista Luiz Moreira. Em uma entrevista que contou com a importante intervenção do nosso comentarista, o advogado Samuel Gomes, Moreira expôs as vísceras de um sistema judicial que sequestrou a política. Confira a transcrição da íntegra e também assista aos principais momentos nos dois vídeos a seguir.

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Samuel Gomes aponta os caminhos para o próximo governo popular

Três tarefas se colocam inevitavelmente para um próximo governo popular, nenhum candidato, nenhuma força política que não se comprometa com eles pode ter o apoio do povo brasileiro. Combate à concentração da mídia, delimitação do poder do Judiciário de do Ministério Público e combate ao rentismo.

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Lula é o Negro do Brasil

“É negro revoltado? É negro atrevido? Então chicote nele, e no pelourinho!” Também coloque os outros negros e pobres trabalhadores e a população em geral em torno, para assistir a punição exemplar a quem ousar querer afrontar o sistema que os oprime e os mantêm na ignorância.
E o povão lá em baixo, vendo as chibatadas, tremendo e temendo ser o próximo – então é melhor ficar quieto – e ao mesmo tempo ir se acostumando a tomar gosto em ver o sangue jorrar, porque esse é o circo gratuito que te oferecem, o fantástico que te é imposto.

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O Tripé do Bem: A bala de prata do próximo governante será usada?

O tripé macroeconômico perdeu a credibilidade e a utilidade. Ele funcionava como uma camisa de força que impedia os governos do PT fazerem políticas sociais e econômicas mais progressistas. Uma vez que a direita volta ao governo, a meta de superávit primário deixa de ser seguida e ninguém se importa. No governo Dilma, um milésimo de déficit a mais era motivo para os jornais entrarem em histeria, dizendo que o mundo ia acabar.

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De retorno à antiga Idade Moderna e o contemporâneo retorno aos tempos antigos

Sebastianismo é crer na volta redentora de um líder que foi dado por desaparecido.
Defender um Lula livre e concorrendo à presidência em eleições transparentes, é consciência política e resistência, não sebastianismo, posto que Lula é vivo, provou que fez e que poderá fazer ainda mais. “Sebastianizar” a figura de Lula é o que a Globo tenta perpetrar, tentando transformar em mero mito folclórico, a força e o carisma de um líder popular que é uma real possibilidade de mudança.

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LULA LÁ #LulaLivre

Por Sandra Helena Souza e Victor Marques, para o Duplo Expresso

Lula é incontornável para o que resta de democracia entre nós.

Há momentos históricos convulsivos em que indivíduos encarnam o núcleo duro das amplas contradições sociais que se tem de decifrar para fazer avançar, e não retroceder, o processo de conquistas emancipatórias. Isso, por óbvio, conta com uma dose de deliberação consciente, mas também com aspectos que escapam à pura lógica.

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Churchill, a luta contra o inimigo maior e uma cláusula pétrea

Em meio à Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill, então Primeiro Ministro do Reino Unido, não hesitou um instante em apoiar Stalin e a União Soviética, quando a Rússia foi invadida pela Alemanha, durante a Operação Barbarossa.

Churchill, é bom lembrar, tinha verdadeira ojeriza ao comunismo. Algo reiterado no discurso transmitido pela BBC, em 22 de junho de 1941, no qual informava à população britânica da invasão alemã e explicava os motivos que o levaram a apoiar a Rússia:
“Não há ninguém que tenha sido um oponente mais constante do comunismo do que tenho sido nos últimos vinte e cinco anos. Não negarei uma palavra sequer do que disse a respeito disso. Mas tudo isso vira pó ante o espetáculo que agora se descortina.”[1]

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Um Golpe bem britânico – e outro bem brasileiro

“A Very British Coup” (Um Golpe Bem Britânico) de Chris Mullin, um ex-político inglês do Partido Trabalhista, foi originalmente publicado em 1982. Mais tarde, o livro foi transformado numa minissérie homônima, inicialmente transmitida pelo canal inglês Channel 4, em 1988. Além de ter sido exibida em mais de 30 países, a minissérie foi premiadíssima, conquistando alguns prêmios BAFTA e um Emmy.

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