Caça as bruxas! Procedimentos administrativos indicam que forças vasculham redes em busca de militares que discordam do posicionamento oficial das Forças Armadas

As sindicâncias são formas de controle interno que de maneira bastante contundente são utilizadas indevidamente (desvio de finalidade) contra trabalhadores da segurança pública e militares quando atores políticos no comando os querem manter sob controle. Esses mecanismos “invisíveis” tendem a isolar internamente funcionários públicos, que em situações de ilegalidade da parte dos de cima, veem-se perseguidos porque informam e buscam agir conforme a lei e a ordem constitucional. Em mais um texto da Revista Sociedade Militar, a evidencia do uso deste mecanismo é apresentado para conhecimento público.

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Novo Código Penal Militar endurece regras: “Máquina para coagir militares”, diz advogado

Entre as diversas medidas que tramitam de forma velada no Congresso Nacional, sem qualquer pronunciamento forte da parte de parlamentares e entidades de representação de classe, encontram-se Projetos de Lei que possuem como característica empoderar uma casta de militares de alta patente e juristocratas com fins de gerar uma nova ordem constitucional, paralela (como os Atos Institucionais do Regime Civil-Militar de 1964-1985). Um desses dispositivos diz respeito a mecanismos de controle, monitoramento e forte vinculação dos militares subalternos em relação a qualquer ordem, mesmo ilegal ou inconstitucional, da parte do agente público de hierarquia superior.
O que se busca construir é um modelo normativo que aumente o nível de pressão e proibição aos militares de hierarquia inferior tendo em vista cenários de aprofundamento de medidas de exploração econômica e social do povo brasileiro, combinados a processos de violência e possíveis ameaças sociais. Tais medidas só podem funcionar, contra todos os brasileiros, se os agentes militares e policiais de baixa patente — a quem caberá tal repressão — forem devidamente enquadrados, também na forma de ameaças e coação.

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Brasil x EUA: divergências nos acordos climáticos globais

A Europa, mas também o Japão, aparentemente, os maiores defensores desses acordos, têm grandes superávits no comércio com o exterior, inclusive contra os países mais pobres. Alguém realmente acha que eles terão interesse e poderão se beneficiar de uma guerra tarifária iniciada pela tentativa de impor tarifas alfandegárias ambientais?
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Preparando o Estado para Soberania – Brasil no Mundo

A industrialização exigiria a demonstração deste conhecimento, a formação de capacitação, a emancipação e o orgulho de ser o mestiço brasileiro, o afrodescendente, este povo tolerante, sem ódio e hospitaleiro. E formaria o mercado onde seria o usuário destas exportações aviltadas pelo câmbio imposto pelo comprador. Através da industrialização, o Brasil estaria sentado à mesa das decisões mundiais, pela riqueza humana, que esta elite não é capaz de mostrar, a não se por mínimas exceções.

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Lula, o Petismo e a Natureza do Escorpião Esperto

Em Recife, ao lado de Haddad, que reconheceu como seu candidato em 2018 -e certamente em 2022-, propôs que a passada luta por “Lula Livre” seja substituída pelo apoio ao reconhecimento de sua inocência. Agora, anuncia-se que pretende “dialogar” com os generais e com Rodrigo Maia, o chefe golpista no Parlamento.

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Energia: ponto cego nas Ciências Sociais

Contudo, a energia, fundamento do trabalho, permaneceu, por algum motivo, distante das preocupações do pensamento social, econômico e político. Enquanto as “ciências duras”, em particular a Física, detiveram-se meticulosamente no estudo desse fenômeno, obviamente sem realçar suas consequências sociais e políticas devido ao seu campo de especialização, as Ciências Sociais (incluindo a Ciência Econômica) a ignoraram solenemente, mesmo que boa parte delas tenha erigido o trabalho como fator explicativo de primeira ordem.
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Preparando o Estado para Soberania – A crítica sociológica

Sociedade centrada no mercado, assim o mestre Guerreiro Ramos qualifica aquela surgida na Era Moderna, que perdura ainda hoje.
Sociedade regulada por princípios formais e abstratos, como mercado, competição e indivíduo, alheios aos aspectos substantivos da vida comum, como a subsistência e a comunhão. Tais princípios são derivados da auto-representação das classes mercantis e especulativas e institucionalizados através das suas dominações políticas, portanto incapazes de assegurar a consistência dos vínculos de solidariedade sem os quais nenhuma sociedade se mantém e perdura.

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AI 5: Gritam “Olha o Lobo” enquanto ele já papa as ovelhinhas!

A ameaça de Eduardo Bolsonaro de um novo AI 5 contra eventual avanço da resistência popular no Brasil motivou protestos indignados mesmo de segmentos prá lá de suspeitos, como o STF, generais, Rede Globo, a Joice do PSL e por aí vai. Como é praxe, a oposição parlamentar avançou a proposta faz-de-conta da cassação do deputado federal golpista.
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Como o neoliberalismo destruiu a economia norte-americana (parte 2)

Quer entender de forma didática e pra valer porque a economia americana tende a uma quebra monstruosa, leia o texto de Caos Soberano.

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Perspectivas do levante popular no Chile

O governo de direita de Sebastián Piñera tentou romper os enormes protestos por meio da força brutal, com o exército pinochetista nas ruas. Há mais de 25 mortos oficialmente reconhecidos, 60 pessoas que perderam os olhos, 12 mulheres estupradas pelas forças armadas, 125 desaparecidos, 6.460 presos, invasões de residências ilegais.
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Alcântara: Wikileaks revela sabotagem dos EUA contra o Brasil

Os telegramas da diplomacia dos EUA revelados pelo Wikileaks revelaram que a Casa Branca toma ações concretas para impedir, dificultar e sabotar o desenvolvimento tecnológico brasileiro em duas áreas estratégicas: energia nuclear e tecnologia espacial. Em ambos os casos, observa-se o papel anti-nacional da grande mídia brasileira, bem como escancara-se, também sem surpresa, a função desempenhada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Artigo elucidativo de Beto Almeida.

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América Latina Insurrecta Encurrala o Brasil Liberal

É um exagero dizer que a América Latina insurrecta encurrale o Brasil liberal. Mas é forte, sim, a pressão das atuais lutas populares no continente sobre o golpismo brasileiro.  Já nos últimos tempos, havia indícios de viragem dos ventos que começava a alimentar a rebeldia popular ao sul do rio Grande. A primeira lufada forte antiliberal foi a vitória, em junho de 2018, do oposicionista moderado López Obrador, nas eleições presidenciais do México.
Mais um texto de Mário Maestri, não deixe de ler.

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Nova dinâmica institucional e política da esquerda do Brasil 

Avança na esquerda cada vez mais uma forma moral (anticorrupção e de comportamento correto –  em um momento que estruturas morais são utilizadas para destruir o Estado Nacional) que deixa na mão do controle policial, na mão da direita: o fator moral determinante e se confunde cada vez mais com a mesma direita por sua desmoralização  e com fins de manter seus espaços dentro do Estado. Alternativa, resgatar uma cultura política nacional e popular pela esquerda, mais horizontal.

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Um levante popular no Chile

No próximo período, os levantes populares tendem a transformar-se na norma e não serem mais a exceção. Um ascenso operário começou a acontecer nos Estados Unidos desde a greve dos educadores de fevereiro de 2018. A crise capitalista se aprofunda rapidamente rumo ao maior colapso da história.

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Hong Kong e Taiwan: O Pecado Mortal do Partido Comunista Chinês

O movimento “democrático” de Hong Kong passou a exigir a manutenção dos privilégios que a comunidade local goza, segundo o tratado “um país, dois sistemas”,  e a eleição direta do governo. O que significa, nos fatos, a independência. Em torno de 3,4 dos sete milhões de habitantes de Hong Kong mantém a nacionalidade inglesa. Os manifestantes passaram a reivindicar diante das embaixadas da Inglaterra e dos USA que aquelas nações “libertem” a cidade. Surgiram lideranças e organizações claramente secessionistas.
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A estrutura da ditadura digital brasileira: “Patriot Act” Tabajara (ou “Novo AI-5”)

Nós, do Duplo Expresso, este novo movimento, nacional, popular e digital, chamamos as organizações e militantes que gritam contra o “fascismo”, genérico, que se juntem a nós no combate a esses projetos de lei: o fascismo na prática. Pois, se demorarmos demais, estaremos condenados a ficar gritando “No Pasarán”, enquanto que efetivamente eles já terão passado por cima de nossas cabeças e vidas.

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O “neoliberalismo” para o grande capital

Os Estados Unidos, sufocados pelos gastos na Guerra do Vietnam, acabaram com os acordos de Bretton Woods em 1971 e, do dia para a noite, abandonaram a conversibilidade do dólar para o padrão ouro. A crise mundial do petróleo, de 1974, colocou em xeque as políticas keynesianas. O neoliberalismo, que tinha sido uma corrente econômica ultra minoritária até a década de 1970, foi catapultado ao primeiro plano da política econômica, em cima dos fartos recursos de Wall Street e da City de Londres.
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Militância Z – Descobrindo a política contra a Doutrinação da TV – (Parte2)

Não acredito no voto. O grande acordo nacional agigantou-se de tal modo que não enxergo possibilidade. Posso estar errada e quero estar errada. Mas estamos às margens do Ipiranga e nunca brilhou nenhum sol da liberdade. O aprisionamento mental que permite acreditar nas mentiras usadas como justificativas para a prisão de inocentes, para legislar, para julgar e matar. Para eleger em nome de Deus. Tanta informação disponível e tanta crença no primeiro clique. Não se pergunta! PERGUNTEM! É VERDADE? Existe um Plano de Governo de um presidente visto como Messias por ter sido mergulhado no Jordão por um líder religioso duvidável quanto aos seus atos. Um Plano que se cumpre. Sem sustos. Eu li. 
Convidamos você para mais uma leitura e divulgação.

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Etapas da tecnologia social do genocídio em tempos de Bolsonaro

Neste texto Luiz Ferreira Jr apresenta as várias fases do processo de genocídio como tecnologia social e alguns vestígios de seu desenvolvimento no atual cenário brasileiro. Não deixe de ler.

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Como o neoliberalismo destruiu a economia norte-americana

O “sonho americano” ainda habita a mente de inúmeros brasileiros, principalmente jovens e adolescentes. Ir para outro país, e em suas falas principalmente para os Estados Unidos da América após ter adquirido sucesso na carreira. O desfrute de uma vida melhor, moradia, emprego e melhores salários, no imaginário ainda mora na USA. 
Caos Soberano adverte: ENTENDA A CRISE ENQUANTO É TEMPO!

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Genocídio tupiniquim e o comportamento de indiferença e anestesia 

Época da eliminação. É possível pensar que passamos por um tempo assim: tempo de precariedade material, simbólica e nas relações humanas, seria melhor para entender o tema. Tratemos desse tema delicado para evitar que seus vestígios agora presentes se convertam em uma triste tragédia. Neste artigo apresenta-se a noção de genocídio como técnica social de construção, destruição e reorganização das relações sociais como base para o domínio político e para a constituição de novas formas de hegemonia e de organização do espaço de trabalho.
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A China, Hong Kong e a esquerda de que a direita gosta

A direção do PSOL, partido que se propõe à esquerda do PT, emitiu declaração de apoio irrestrito às mobilizações “democráticas” em Hong Kong contra o governo chinês. Militante do partido protestou, com razão, contra uma declaração que jamais foi discutida no partido e defendeu, sem razão, as maravilhas do atual socialismo chinês, construído com a exploração capitalista de sua população, aumentando assim a confusão sobre o tema.
Mais uma crítica cortante de Mário Maestri, não deixe de ler e compartilhar.

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Preparando o Estado para Soberania – As Informações

O mais relevante fator que surge no mundo, para a sociedade humana, após a II Grande Guerra, é a apropriação da informação. Esta se desdobra em dois conjuntos: o meio físico da mensagem e os conteúdos destas mensagens. O entendimento da importância da informação pelo poder financeiro e sua capacidade para operacionalizá-la o tornará capaz de dominar e até destruir o poder produtivo, industrial, no século XX.
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(Des)caminhos da crítica autonomista ao marxismo

Neste artigo, a autora analisa a corrente autonomista, que existiu no Brasil, ao longo da década de 1980, e tinha o objetivo de revisar o marxismo, especialmente na revista Desvios. Esta revisão crítica se deu a propósito do que, à época, ficou conhecido como a emergência de “novos” movimentos sociais. Dentre os principais participantes desta corrente, destacavam-se o sociólogo Eder Sader e a filósofa Marilena Chauí, cujas formulações, no período, serão privilegiadas aqui.
(Des)caminhos da crítica autonomista ao marxismo é a segunda parte do artigo, aqui publicado pelo Duplo Expresso. Não deixe de ler para entender as limitações atuais da esquerda partidária.

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Crime e sua relação complementar com as atividades estatais – elementos históricos

Quando se considera a existência de ação e coordenação de setores de inteligência (obtenção de dados, investigação, avaliação de cenários e soluções) de outros países, ou de organizações internacionais, a colaborar com negócios ilícitos em nossa região, sobretudo em um cenário de submissão de nossa soberania e fragilização institucional no mesmo tempo em que se observa o avanço de facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (por todo o país e sub região continental), há que se considerar que o narcotráfico regulado pelo Estado já foi, no passado, ferramenta utilizada pelo Reino Unido para equilibrar sua balança comercial frente a China. Em 1839 e entre 1856 e 1860, foi estabelecida uma política com duplo efeito e que fazia utilização do narcotráfico como ferramenta geopolítica de guerra para provocar tensões internas sem o controle dos governos, e ao mesmo tempo como ferramenta de pressão política e de comércio exterior.
Neste ensaio trataremos sobre o narcotráfico e sua relação complementar (inclusive oficialmente em alguns casos) com as atividades estatais , como também, casos históricos em que ele foi parte do manejo de ações de guerra econômica.

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Trump: O Impeachment Faz de Conta e a Briga de Foice no Coração do Império

O grande cavalo de batalha da oposição democrata tem sido a jamais comprovada intervenção da Rússia de Putin nas eleições estadunidenses de 2016, sobretudo através do fornecimento de informações, via WikiLeaks, para o candidato republicano – os e-mails privados de Hillary; a sabotagem da campanha de Bernie Sanders pelo partido democrata, etc. As investigações sobre a intervenção arrastaram-se procurando sangrar Trump e sua imobilizar e determinar sua administração. John Brennan, o ex-diretor da CIA em 2013-17, durante a administração democrata e começos da republicana, acusou Trump de bordejar a traição, quando da coletiva de imprensa concedida em Helsinque, após reunião privada com Putin, em 16 de julho de 2018.
Leia, compartilhe, necessitamos tratar desse tema.

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A década de “novos” movimentos sociais no Brasil

Neste artigo, a autora analisa a corrente autonomista, que existiu no Brasil, ao longo da década de 1980, e tinha o objetivo de revisar o marxismo, especialmente na revista Desvios. Esta revisão crítica se deu a propósito do que, à época, ficou conhecido como a emergência de “novos” movimentos sociais. Dentre os principais participantes desta corrente, destacavam-se o sociólogo Eder Sader e a filósofa Marilena Chauí, cujas formulações, no período, serão privilegiadas aqui (primeira parte).
Leia, debata, compartilhe em todas suas redes pessoais.

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