Um levante popular no Chile

No próximo período, os levantes populares tendem a transformar-se na norma e não serem mais a exceção. Um ascenso operário começou a acontecer nos Estados Unidos desde a greve dos educadores de fevereiro de 2018. A crise capitalista se aprofunda rapidamente rumo ao maior colapso da história.

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Hong Kong e Taiwan: O Pecado Mortal do Partido Comunista Chinês

O movimento “democrático” de Hong Kong passou a exigir a manutenção dos privilégios que a comunidade local goza, segundo o tratado “um país, dois sistemas”,  e a eleição direta do governo. O que significa, nos fatos, a independência. Em torno de 3,4 dos sete milhões de habitantes de Hong Kong mantém a nacionalidade inglesa. Os manifestantes passaram a reivindicar diante das embaixadas da Inglaterra e dos USA que aquelas nações “libertem” a cidade. Surgiram lideranças e organizações claramente secessionistas.
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A estrutura da ditadura digital brasileira

Nós do Duplo Expresso, essa nova corrente e movimento nacional popular e digital, chamamos às organizações e militantes que gritam contra o fascismo e se pronunciam com vigor frente a cada besteira pronunciada por Bolsonaro e seus próceres, que se juntem a nós, no combate a estes ataques que materializam um regime de exceção através de dispositivos de tecnologia digital.

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O “neoliberalismo” para o grande capital

Os Estados Unidos, sufocados pelos gastos na Guerra do Vietnam, acabaram com os acordos de Bretton Woods em 1971 e, do dia para a noite, abandonaram a conversibilidade do dólar para o padrão ouro. A crise mundial do petróleo, de 1974, colocou em xeque as políticas keynesianas. O neoliberalismo, que tinha sido uma corrente econômica ultra minoritária até a década de 1970, foi catapultado ao primeiro plano da política econômica, em cima dos fartos recursos de Wall Street e da City de Londres.
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Militância Z – Descobrindo a política contra a Doutrinação da TV – (Parte2)

Não acredito no voto. O grande acordo nacional agigantou-se de tal modo que não enxergo possibilidade. Posso estar errada e quero estar errada. Mas estamos às margens do Ipiranga e nunca brilhou nenhum sol da liberdade. O aprisionamento mental que permite acreditar nas mentiras usadas como justificativas para a prisão de inocentes, para legislar, para julgar e matar. Para eleger em nome de Deus. Tanta informação disponível e tanta crença no primeiro clique. Não se pergunta! PERGUNTEM! É VERDADE? Existe um Plano de Governo de um presidente visto como Messias por ter sido mergulhado no Jordão por um líder religioso duvidável quanto aos seus atos. Um Plano que se cumpre. Sem sustos. Eu li. 
Convidamos você para mais uma leitura e divulgação.

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Etapas da tecnologia social do genocídio em tempos de Bolsonaro

Neste texto Luiz Ferreira Jr apresenta as várias fases do processo de genocídio como tecnologia social e alguns vestígios de seu desenvolvimento no atual cenário brasileiro. Não deixe de ler.

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Como o neoliberalismo destruiu a economia norte-americana

O “sonho americano” ainda habita a mente de inúmeros brasileiros, principalmente jovens e adolescentes. Ir para outro país, e em suas falas principalmente para os Estados Unidos da América após ter adquirido sucesso na carreira. O desfrute de uma vida melhor, moradia, emprego e melhores salários, no imaginário ainda mora na USA. 
Caos Soberano adverte: ENTENDA A CRISE ENQUANTO É TEMPO!

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Genocídio tupiniquim e o comportamento de indiferença e anestesia 

Época da eliminação. É possível pensar que passamos por um tempo assim: tempo de precariedade material, simbólica e nas relações humanas, seria melhor para entender o tema. Tratemos desse tema delicado para evitar que seus vestígios agora presentes se convertam em uma triste tragédia. Neste artigo apresenta-se a noção de genocídio como técnica social de construção, destruição e reorganização das relações sociais como base para o domínio político e para a constituição de novas formas de hegemonia e de organização do espaço de trabalho.
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A China, Hong Kong e a esquerda de que a direita gosta

A direção do PSOL, partido que se propõe à esquerda do PT, emitiu declaração de apoio irrestrito às mobilizações “democráticas” em Hong Kong contra o governo chinês. Militante do partido protestou, com razão, contra uma declaração que jamais foi discutida no partido e defendeu, sem razão, as maravilhas do atual socialismo chinês, construído com a exploração capitalista de sua população, aumentando assim a confusão sobre o tema.
Mais uma crítica cortante de Mário Maestri, não deixe de ler e compartilhar.

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Preparando o Estado para Soberania – As Informações

O mais relevante fator que surge no mundo, para a sociedade humana, após a II Grande Guerra, é a apropriação da informação. Esta se desdobra em dois conjuntos: o meio físico da mensagem e os conteúdos destas mensagens. O entendimento da importância da informação pelo poder financeiro e sua capacidade para operacionalizá-la o tornará capaz de dominar e até destruir o poder produtivo, industrial, no século XX.
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(Des)caminhos da crítica autonomista ao marxismo

Neste artigo, a autora analisa a corrente autonomista, que existiu no Brasil, ao longo da década de 1980, e tinha o objetivo de revisar o marxismo, especialmente na revista Desvios. Esta revisão crítica se deu a propósito do que, à época, ficou conhecido como a emergência de “novos” movimentos sociais. Dentre os principais participantes desta corrente, destacavam-se o sociólogo Eder Sader e a filósofa Marilena Chauí, cujas formulações, no período, serão privilegiadas aqui.
(Des)caminhos da crítica autonomista ao marxismo é a segunda parte do artigo, aqui publicado pelo Duplo Expresso. Não deixe de ler para entender as limitações atuais da esquerda partidária.

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Crime e sua relação complementar com as atividades estatais – elementos históricos

Quando se considera a existência de ação e coordenação de setores de inteligência (obtenção de dados, investigação, avaliação de cenários e soluções) de outros países, ou de organizações internacionais, a colaborar com negócios ilícitos em nossa região, sobretudo em um cenário de submissão de nossa soberania e fragilização institucional no mesmo tempo em que se observa o avanço de facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho (por todo o país e sub região continental), há que se considerar que o narcotráfico regulado pelo Estado já foi, no passado, ferramenta utilizada pelo Reino Unido para equilibrar sua balança comercial frente a China. Em 1839 e entre 1856 e 1860, foi estabelecida uma política com duplo efeito e que fazia utilização do narcotráfico como ferramenta geopolítica de guerra para provocar tensões internas sem o controle dos governos, e ao mesmo tempo como ferramenta de pressão política e de comércio exterior.
Neste ensaio trataremos sobre o narcotráfico e sua relação complementar (inclusive oficialmente em alguns casos) com as atividades estatais , como também, casos históricos em que ele foi parte do manejo de ações de guerra econômica.

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Trump: O Impeachment Faz de Conta e a Briga de Foice no Coração do Império

O grande cavalo de batalha da oposição democrata tem sido a jamais comprovada intervenção da Rússia de Putin nas eleições estadunidenses de 2016, sobretudo através do fornecimento de informações, via WikiLeaks, para o candidato republicano – os e-mails privados de Hillary; a sabotagem da campanha de Bernie Sanders pelo partido democrata, etc. As investigações sobre a intervenção arrastaram-se procurando sangrar Trump e sua imobilizar e determinar sua administração. John Brennan, o ex-diretor da CIA em 2013-17, durante a administração democrata e começos da republicana, acusou Trump de bordejar a traição, quando da coletiva de imprensa concedida em Helsinque, após reunião privada com Putin, em 16 de julho de 2018.
Leia, compartilhe, necessitamos tratar desse tema.

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A década de “novos” movimentos sociais no Brasil

Neste artigo, a autora analisa a corrente autonomista, que existiu no Brasil, ao longo da década de 1980, e tinha o objetivo de revisar o marxismo, especialmente na revista Desvios. Esta revisão crítica se deu a propósito do que, à época, ficou conhecido como a emergência de “novos” movimentos sociais. Dentre os principais participantes desta corrente, destacavam-se o sociólogo Eder Sader e a filósofa Marilena Chauí, cujas formulações, no período, serão privilegiadas aqui (primeira parte).
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Preparando o Estado para Soberania – História de Terror do Século XXI

“Hoje, à medida que a falência de nosso sistema financeiro atual se torna cada vez mais aparente, um número crescente de críticos ataca o que eles chamam de “transformação de nosso sistema financeiro em uma economia de cassino”. Muitos se opõem à recente farra de especulação financeira e aos excessos de globalização para o que eles professam ser o funcionamento “normal” dos mercados financeiros e da economia. Mas eles estão errados. A especulação, os saques econômicos e a disseminação do trabalho escravo são a natureza do Império e sua representação moderna no sistema britânico de livre comércio”.
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Militância Z – Descobrindo a política contra a Doutrinação da TV 

A Constituição Federativa do Brasil nasceu quando nasci. Eu nem sabia que o terror da ditadura estava colado ao nosso tempo. Parecia-me uma conquista antiga. Fotos e vídeos em preto e branco. Eu era uma criança com menos de 10. 
Eu ouvia sobre eleições não apenas na escola e em casa perguntas sobre aquele momento eram respondidas. Eu sentia no peito a esperança do Lula, como herança familiar, sim. Sem a menor vergonha de dizer. “Brilharia uma estrela”. Fui achincalhada na escola por dizer-me petista, ou nas minhas palavras da época, por dizer simplesmente que gostava de Lula e preferia ele a Collor.
Rememorem! Tragam a memória o que lhes foi dito. Fomos doutrinados pela televisão, mais tarde pela internet e sempre para o consumo.
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Preparando o Estado para Soberania – Uma Questão Psicossocial: A religião

Como apontamos, igrejas neopentecostais têm mais facilidade para se tornar, com sua teologia da prosperidade e desvinculação de questões nacionais e culturais, a igreja da banca. Dando assim um refúgio espiritual, na contraprestação financeira, ao desenraizamento desta nova classe. Estas igrejas pentecostais cultuam o individualismo e o egoísmo da auto salvação pelo trabalho e por mérito exclusivamente individual, assim como defendia Adam Smith quando formalizou o liberalismo econômico.
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Preparando o Estado para a Soberania: Heróis e Ideologia nacional

Além dos pouco lembrados heróis da Independência e de lutas populares, temos os heróis do positivismo e do Varguismo. Vargas em primeiro lugar. Que herói norte-americano chegou aos pés do heroísmo de Vargas, que se matou quando tudo já estava perdido para poder dar a volta por cima e vencer, já morto, contra um aparentemente invencível ataque múltiplo oligárquico-estrangeiro sem que nenhum de seus liderados precisasse se sacrificar por ele? Que país pode se orgulhar de um herói de tamanha generosidade?
O verdadeiro arquétipo do herói moderno é latino, porque luta contra inimigos muito mais poderosos a favor dos mais fracos e se entrega mesmo de forma espontânea com toda sua alma, paixão e generosidade sem perder nada de sua humanidade tão humanamente falível… Mas admirável!
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A carta de Lula, a versão do 247, a correção do PCO e os vinte e três porquinhos

Entretanto, a carta de Lula da Silva do dia 12 de agosto e a proposta-interpretação de Mauro Lopes de abrir as portas da cidadela oposicionista já de muralhas instáveis foram coroadas por um enorme cereja, como todo o bolo que se preze. Para surpresa geral da nação e perplexidade dos ainda inocentes, no dia 14, quarta-feira, a MP denominada cinicamente de “Liberdade Econômica”, que propunha o fim do descanso dominical do trabalhador e a proteção do registro do ponto, entre outras barbaridades, foi aprovada pelos golpistas, na Câmara, em forma arrasadora, por 345 votos a favor e 76 contra. Dos 56 deputados do PT, apenas 33 votaram contra e 23 outros apoiaram a medida, se abstendo, por ausência. Um indiscutível sinal de boa vontade para com o Centrão, para com os golpistas, para com os generais vende-pátrias! E até agora não se escutaram sequer os muxoxos formais do PDT, para as arquibancadas, pela adesão de Tábata Amaral a praticamente todas as votações históricas contra os trabalhadores e a população.
Não deixe de ler mais um ensaio de crítica cortante de Mário Maestri.

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Exclusivo: o organograma do “Evangelistão do Pó” — do PCC a Bolsonaro

Desde junho, os — bem informados — gringos já tiraram da Bovespa mais de R$ 24 bilhões, enquanto jogadas mantêm artificialmente as cotações, como a brutal diferenças no tamanho do giro financeiro na desova (grande) e na recompra (bem menor). O que faz o cotação que forma o índice Bovespa é o preço de compra e de venda da ação. E não o volume que muda de mãos. Fácil, assim, mascarar a desova, com a manutenção dos preços (por ora). Fora isso, o desvio da classe média da renda fixa para a variável — com auxílio das “Betina da Empiricus” no Youtube — ajuda a manter esse “recorde de pontos da Bovespa” — enquanto os gringos vão, discretamente, embora. O problema é quando a música parar de tocar… aí as sardinhas, fritas, mais uma vez terão feito a festa dos tubarões.

Da frigideira para as chamas — É interessante considerar que as organizações criminosas mais poderosas na América Latina possuem organização complexa e descentralizada setorialmente, formalmente similar a operações de guerras não convencionais. O PCC, por exemplo, possui diferentes ‘sintonias’ (setores) descentralizados na execução (dos gravatas, de comunicação, de tráfico nas bocas, de logística), mas que respondem a um comando central verticalizado. É também bastante surpreendente verificar que nesse mesmo ano, o JP Morgan se viu implicado em uma situação bastante constrangedora: um flagrante de tráfico de drogas em um navio de sua propriedade. De “apenas” 1 bilhão de dólares em cocaína: 18 toneladas. Curiosamente, com poucos dias de diferença, deu-se a interceptação de droga dentro da comitiva presidencial de Bolsonaro, quando essa passava por território espanhol.

Tais elementos encontram relevância à medida em que se considere que um Estado fragilizado, como o brasileiro neste momento, pode gerar riscos de degeneração e infiltração de atividades fora de seu escopo normativo e constitucional, inclusive incorporando o crime organizado para fazer funcionar sua própria estrutura (legal e ilegal). Abaixo, gráfico detalha as dinâmicas de ações criminógenas incorporadas a atividades do sistema financeiro. Essa atuação dinamiza-se à medida em que o Estado se faça fragilizado em sua ação fiscalizadora. No cenário atual de crise institucional no país, e de vários indícios de fortalecimento e unificação de setores do crime organizado no Brasil, principalmente PCC e Comando Vermelho, parece ser mais que necessário que todos tenham entendimento desse processo.

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Bolsonaro foi à ONU, mas falaram o Olavo e os Evangélicos

No Brasil, país onde a população pratica ampla transigência em relação à religião, mudando de uma para outra sem grandes problemas, as religiões afro-brasileiras são o único credo religioso discriminado e objeto de perseguição. Elas são atacadas, sem punição, por setores pentecostais, uma das principais bases de apoio do bolsonarismo.
A fala do segundo presidente golpista destacou a perseguição sobretudo aos cristãos, retomando visões e propostas da extrema direita cristã estadunidense, que apoia Trump e financiou sua campanha.
Mais uma vez, elogiou indiretamente a ação e a excelência do exército nacional nas chamadas missões de paz da ONU. A mais recente e famosa deles é certamente o controle militar da população haitiana por fartas tropas brasileiras, a pedido dos USA. Durante essa operação, o general Heleno foi removido do comando, pois acusado de promover massacre em favela daquele país. Destacou os Estados Unidos, Israel, Chile, a Argentina de Macri, a quem fez um aceno, como parceiros internacionais. Terminou citando a Bíblia, proferindo preleção geral sobre o credo olavista-evangélico, agradecendo a “todos pela graça e glória de Deus!”

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Preparando o Estado para Soberania – Da Senhoriagem à Moeda do Facebook

O lançamento da cripto moeda do Facebook, que se chamará libra – não se confunda com a libra-esterlina a moeda inglesa que, em inglês, chama-se pound – está previsto para breve. Desde seu anúncio, há poucas semanas, esse é um dos assuntos mais discutidos nos periódicos de economia.
Uma moeda do Facebook assusta a todos, desde políticos a intelectuais, que se preocupam com a soberania dos países, a bancos, que temem um concorrente mais poderoso, e, em especial, aos reguladores do sistema monetário.
E, quando se criam moedas virtuais, fora do controle de instituições públicas e sem referências materiais, a situação da economia complica ainda mais. Neste artigo iremos comentar a moeda, desde sua cunhagem pelo senhor das terras até a que se espera de uma empresa de relacionamento virtual transnacional: Facebook.
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Janaína, Freixo e o Copacabana Palace

Na celebração do natalício, botando dinheiro pela janela, Freixo viveu, fugazmente, um dos sonhos de sua vida. Ou seja, o de, nas suas palavras, “frequentar os espaços de elite”. Certamente pensou em um convívio mais intenso e mais longo, no futuro, com esses “espaços da elite”, ao promover o tête-à-tête indecoroso com a Janaína Paschoal. A noite de luxo no Hotel Copacabana Palace mostrou também como são diversos os seus objetos do desejos e os de enorme parte da população carioca, que sonha poder comprar um botijão de gás por mês.
Leia mais o texto e compartilhe para gerar debate.

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Haddad é a última pá de cal no PT

Atualmente, há quarenta anos daquele Ano Vermelho, os capas-pretas petistas pedem a cabeça de Gleisi Hoffman, propondo elevar o acadêmico Fernando Haddad à presidência do PT no congresso de novembro. Os mastodontes petistas – Washington Quaquá, Jaques Wagner, Tarso Genro – reclamam que a deputada federal fala sobretudo para a militância petista, procurando alianças com os partidos ditos – com boa vontade – de esquerda e centro-esquerda – PC do B, PSOL, PDT, Rede. Os sectários de Haddad sonham com alianças que perscrutem os extremos mais obscuros do arco-íris eleitoral e social. A pressa para conquistar o controle do aparato partidário se deve às eleições municipais de outubro de 2020. Gleise tem por ela sobretudo Lula da Silva, o ás petista, cada vez mais fora do baralho. O MST anda encolhido. A Articulação de Esquerda, que ninguém sabe onde se meteu.
Não há salvação fora da luta dura para derrubar o governo e o regime em consolidação. Para tal, a vanguarda e o movimento social devem passar por cima das políticas colaboracionistas e seus dirigentes. Trata-se de luta de longo fôlego, em que é necessário plantar agora para colher nessa e nas próximas safras. Os parlamentares e burocratas petista e associados vão seguir empurrando com a barriga a luta contra conclusão da destruição da Previdência. Para salvarem a cara, farão algumas mobilizações, sem muito alarde e organização. E para garantirem suas biografias e carreiras, farão discursos furibundos e inócuos no parlamento, rebatidos aos milhares em posts na internet. A caravana golpista seguirá tranquila, enquanto os gordos parlamentares oposicionistas se manterão ladrando em uníssono.
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Progressismo Brasileiro: Notas Preparatórias para uma Necessária Polêmica #1

Há inimigos e há adversários. Se os dois são analiticamente diferentes, ambos devem ser combatidos. Às vezes com a mesma agressividade. Às vezes ao mesmo tempo. Porque, como dizia um velho ex-seminarista, por entre seu largo bigode: “não me importa o que você diz de si mesmo ou o que os outros dizem de você; me importa o que você FAZ.”. E, no final das contas, pode ser que inimigos e adversários estejam, num dado momento histórico, contribuindo para a mesma catástrofe.
Quer conhecer mais sobre este debate? Leia, compartilhe. O texto acompanha video de debate sobre a questão de segurança Pública, o Duplo Expresso quer construir uma plataforma de soluções para com um coletivo forte, com qualidade critica e tolerância interna combater a Guerra Híbrida e dar uma opção de luta para o Brasil.

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Uma Breve História da Banca –  Fatos e Crítica

A banca, no atual cenário político brasileiro, é governo e oposição. A grande questão nacional que é a soberania brasileira não é pauta nem projeto. A geração de emprego, única maneira de sair da recessão e iniciar um processo virtuoso de desenvolvimento, também está ausente do governo e da oposição. Mas ambos concordam com as políticas econômicas contracionistas e desumanas da reforma da previdência e dos ajustes fiscais.
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Trump recua no Irã

Durante o G20, o general Heleno, ministro-chefe do poderoso Gabinete de Segurança Institucional da Presidência declarou que o Brasil não tem “inimizade” ou “rivalidade” com o Irã e que a política externa brasileira é pragmática. Sem aviso prévio, em 19 de julho, a Petrobras negou-se a vender combustível a dois navios iranianos atracados, desde inícios de junho, no porto de Paranaguá. O Brasil vende sobretudo grandes quantidades de milho, de soja e de carne e compra principalmente uréia do Irã.
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USA -China: a guerra está próxima?

Analistas internacionais propõem comumente o confronto USA versus China como choque de duas super-nações, com os mesmos objetivos, mas de regimes políticos opostos. As contradições se agudizariam devido à incapacidade-resistência da direção chinesa de abraçar práticas liberal-globalizadas gerais, na economia e na política. Criticam um dirigismo que sequer aboliu os planos quinquenais [o 13º abrange 2016-20]. Em geral, não se ressalta a essência distinta entre esse confronto e aquele que opôs, após a II Guerra, os USA e a URSS, país de economia planificada e nacionalizada, rico em matérias primas. URSS que jamais disputou mercados com os USA e perseguiu a impossível convivência entre ordens econômico-sociais em oposição visceral, já que o modo de produção capitalista necessita, por sua natureza, expandir suas fronteiras econômicas, sobretudo em sua fase imperialista.
Neste artigo Maestri apresenta um mapa geral do cenário global que pensa encontrar resolução nos próximos anos, não deixe de ler, compartilhar, debater em diversas redes sociais.

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Uma Breve História da Banca – Ações atuais

O que é roubar um banco comparado a fundá-lo, se expressou o dramaturgo alemão Bertold Brecht (1898-1956). Longe de defender um crime, vamos refletir sobre a extensão dos males.

Trataremos de duas operações que, não sendo jabuticabas, são máscaras dirigidas para poucos no Brasil que, numa sociedade onde a banca não fosse o poder, seriam consideradas criminosas, lesivas ao patrimônio público e ao privado: operações compromissadas e operações de swap.
Não deixe de ler, debater e compartilhar. Conhecimento é arma contra a guerra híbrida no Brasil.

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