Prepare-se: o que os militares farão com a Lei Antiterrorismo na mão

Um cidadão entra em uma lista de Whatsapp “esquerdopata”, para conversar e articular politicamente com outras pessoas no que se refere à desgraça do governo federal.
Pergunta: esse ato de entrar em lista de descontentes com a demolição da soberania e da viabilidade nacionais é um ato normal de um cidadão consciente, preocupado com o futuro do país?
Ou “ato preparatório de terrorismo contra o governo e as instituições de segurança”?
Você pode ter a sua opinião a esse respeito…
Perfeitamente irrelevante!
A que importa — por instrumentalizar o poder de polícia do Estado — é a dos Sergio Moro (JF), Dallagnol (MPF) e Igor Romário (PF) da vida.
(e dos Generais por trás desses)
Empoderou-os, com essa lei absurdamente aberta, com a melhor das intenções?
Problema seu.
De boas intenções o inferno está cheio.
E é para lá que você vai com a lei da dupla Dilma/ Cardozo, agora já nas mãos dos Generais e seus operadores na Juristocracia.

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Belas monstruosidades: elementos para uma contraofensiva progressista # 1

Esconder a realidade das pessoas só faz com que elas estejam despreparadas para enfrentar os eventuais desafios que venham a surgir. Imensa parte do nosso problema de incapacidade de luta efetiva vem de que a esquerda hoje é uma esquerda institucionalista, lacradora, cheirosa e no pom-pom, dominada por um bando de universitário classe média branca social-banana que arrota palavras de ordem e conclusões sofisticadíssimas, mas na hora do “vamo-ver” deixa o povão tomar na tarraqueta sozinho. O campo progressista de luta ou engrossa o couro ou não terá qualquer chance de vencer. Como diria minha mãe: se não quer brincar não desce pro playground.

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