Entre pombos e pavões – A “ameaça Russa” e o caso do jornalismo dourado

Enquanto a “mídia progressista” brasileira tapa os olhos, bocas e ouvidos sobre as ligações internacionalmente conhecidas entre o The Intercept e as organizações Pierre Omidyar, dizendo inclusive que essas ligações são “teorias da conspiração”, a “extrema e nova direita alternativa” aposta exatamente na ligação entre Omidyar e suas operações de desestabilização governamentais pelo mundo. Para essa direita, Omidyar é quem promove os grandes flancos de “guerra cultural” no mundo nos últimos anos. A ironia desse ponto é que essa “contra-informação” levantada pelas redes dessa direita midiática atrela as intervenções culturais das organizações Omidyar aos Russos! Sendo que, na verdade, as corporações Omidyar operam em conjunto com inúmeras instâncias da inteligência e contra inteligência norte americana (CIA, NSA, FBI).

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Fake “hacker russo”/ “pavão misterioso”: Duplo Expresso avisou, não foi?

URGENTE! MENTIRAS DO PAVÃO MISTERIOSO: HACKER RUSSO – Exatamente como ALERTAMOS HÁ UMA SEMANA!

Canais subterrâneos da extrema-direita estão espalhando fake news de “hacker russo”
Em resumo, tais canais e mídias centraram-se narrativamente na falsa denúncia de uma suposta interferência russa e chinesa no mundo, e, agora, no Brasil, através de terrorismo cibernético promovido por conluio do The Intercept com forças esquerdistas nacionais e internacionais para desestabilizar a segurança nacional e o governo Bolsonaro. Segundo tais denúncias, Glenn Greenwald teria contratado hacker russo para invadir celulares de membros da Lava-Jato, além de ter comprado o mandato de Jean Willys. Perante isso, clamam que Bolsonaro aja estrategicamente com militares e Moro, com vistas a fortalecerem as leis antiterrorismo e medidas de proteção contra a guerra cibernética.

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Exclusivo: a manipulação do Intercept para proteger Moro & Dallagnol

Exclusivo: a manipulação do Intercept para proteger Moro & Dallagnol
Prefácio por Romulus Maya:

Exclusivo: batom na cueca! O malabarismo “editorial” do Intercept para induzir leitores a erro na tentativa de proteger Moro & Dallagnol, principais suspeitos de serem os vazadores dos diálogos, tirando-os do foco. Editores Glenn Greenwald e Leandro Demori devem explicações.
Se foi Dallagnol, ou Moro, esses não passam de peões sem efetiva relevância; “serviçais” do imperialismo. Mas o que “Rei e Rainha do vazamento” (a saber, Deep State norte-americano) querem operar no tabuleiro politico brasileiro, e, ainda mais importante, mundial?
Quando experientes e calejadas lideranças esquerdistas fazem coro à narrativa que serve, na prática, aos interesses do Deep State (“ataque russo ao governo e às instituições brasileiras”), significa que são ingênuas e despreparadas ou que estariam convenientemente fazendo jogo-duplo para emplacar um roteiro acordado e ensaiado?
E nós? Seremos apenas telespectadores boçais desse grande “Big Brother Brasil”? Ou, na verdade, de um “Big Brother… America”? Bem, Glenn Greenwald — e seu “mecenas”, o “polêmico” multi-bilionário Pierre Omidyar –, certamente, sabem a resposta para essa pergunta.

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